Just Say No!

justsaynoDomingo passado, dia 26 de junho de 2016, aconteceu o dia Internacional do Combate às Drogas. Esta foi uma semana em que o tema ficou entre os assuntos mais debatidos através de palestras e ações preventivas em todo o país.

O psicólogo Sergio Castillo, especialista em Dependência Química há aprox. 20  anos, participou nas últimas semanas dos programas “Pânico” da Rádio Jovem Pan e também do Programa “Todo Seu”, com o apresentador Ronnie Von, na TV Gazeta, onde falou principalmente sobre prevenção.

Como no Brasil não temos políticas públicas eficientes que tratam de umas doenças que mais crescem  como a Dependência Química, combater é preciso e urgente – prevenir é o caminho para desacelerar o terrível crescimento deste problema.

A Clínica Grand House, que tem a direção terapêutica de Sergio Castillo, participou ativamente de ações de combate e prevenção através de eventos culturais. Os pacientes da Grand House deixaram sua marca através da arte, na Rua Tabelião Passarella, central de Mairiporã. Eles fizeram grafites e músicas, todos com o abrangente tema “Por Uma Vida Sem Drogas”.

Sergio Castillo, dentre tantas causas que defende a favor da vida, destaca a “Liga da Prevenção”, organização que faz parte para ajudar a sociedade com ações preventivas eficazes. Trata-se de um movimento construído pela sociedade civil, dinâmico, heterogêneo e pós-moderno – focado nos três níveis de prevenção universal, seletiva e indicada, da relação dos sistemas sociais com as drogas. Maiores informações no site oficial deste movimento: www.ligadaprevencao.com.br.

Vale sempre ressaltar que Dependência Química, também chamada de adicção, é uma doença crônica, progressiva e fatal. Algumas pessoas podem fazer uso do álcool, uma droga social, e não se tornar dependente, enquanto outras irão se tornar dependentes para o resto da vida e necessitarão de tratamento para conseguir permanecer abstinente e ter uma vida digna.

Outras drogas como nicotina, cocaína, anfetaminas e êxtase, inalantes, opióides, ansiolíticos, benzodiazepínicos e maconha também fazem parte do uso de pessoas que se tornam doentes.

Cada substância age no cérebro de uma maneira específica e são utilizadas pela humanidade com propósitos distintos, podendo estas serem lícitos ou ilícitos. Assim, surgiram classificações para organizar tais substâncias e seus modos de consumo.

“Infelizmente no Brasil, um país Continental, com um dos maiores índices de uso de drogas no mundo, não existem políticas públicas eficientes. Eu me pergunto o que impede para que isso aconteça? Pergunto ao Conselho Regional de Medicina, Conselho de Psicologia, Conselho de Assistência social: o que estão fazendo para contribuir com isso?   O problema é bem grave. Se formos pensar ‘nos filhos do crack’, nova população que está surgindo, qual o futuro deles considerando que não existe nenhum tipo de ajuda efetiva?”, afirma Sergio Castillo, mais que um psicólogo e especialista em dependência química – um cidadão militante e comprometido com a causa adotou como sua razão de vida!

Clínica Grand House
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Loemy Marques e Sergio Castillo em entrevista no Programa Pânico da Rádio Jovem Pam

3622855909-modelo-loemy-marque-panicoNa última sexta-feira (10/06), Sergio Castillo e Loemy Marques foram convidados para falar sobre drogas no Pânico, da Rádio Jovem Pan. A ex-modelo, que foi capa da revista “Veja SP” por ter sido encontrada na Cracolândia, contou um pouco mais de sua história, desde quando saiu do Mato Grosso, com o sonho de ser modelo, até a sua decadência e a atual recuperação.

maxresdefaultSergio Castillo, especialista em Dependência Química, falou da situação dos dependentes químicos no Brasil e no mundo e também de Loemy, cujo caso ainda gerencia: “Infelizmente não temos tratamentos públicos eficientes para os dependentes químicos por aqui. Mesmo sabendo que é um problema de saúde grave e que as drogas são democráticas, atingem gente de todo setor da sociedade, de uma maneira geral, o nosso país não está pronto para lidar com a doença. A Loemy teve muita sorte em ser resgatada da Cracolândia e estar recebendo um tratamento sério”, afirmou.

imagesO apresentador Rodrigo Faro foi quem escolheu a Clínica Grand House, referência no Brasil, para tratar Loemy. Ele já tinha encaminhado dois outros casos e confiou na seriedade do trabalho. Ao ser indagado se a ex-modelo está curada, Sergio Castillo foi claro na explicação: “Infelizmente não há cura para os dependentes químicos, uma vez em que foram atestados como doentes. Há controle. Uma pessoa pode beber socialmente e não desenvolver o alcoolismo, por exemplo. Como o contrário, falando de todo o tipo de drogas, pode acontecer. Por isso sempre digo que não é bom nem experimentar”, disse.

13434967_827746044023614_3473595537753787987_nLoemy sabe que tem uma doença sem cura. Ela começou usando maconha, depois cocaína no mundo da moda e por último o crack: “Minha agente me dava cocaína para não engordar. Era uma coisa meio que natural. Fui usando cada vez mais e um dia acabei sendo assaltada no centro de São Paulo, onde fui morar. Estava triste e sem rumo, foi quando me ofereceram o crack. Dali não parei mais de usar, até que em poucos meses estava morando na Cracolândia”, contou.

Atualmente, ela está limpa, mas sabe que deve evitar lugares, pessoas e hábitos antigos, que a levavam ao uso: “Aprendi que não posso ir à uma festa como ia antigamente, onde a maioria das pessoas usa de tudo. A vida agora é outra”, disse.

Sergio Castillo comentou como a Europa e os Estados Unidos, por exemplo, são países muito mais preparados para cuidar do dependente químico. Porém ressaltou que a liberação do uso de drogas não é o melhor remédio: “Quando se fala em liberação da maconha acho muito perigoso. A experiência nos leva a ver que no mínimo dobra o número de usuários”.

Para finalizar, o especialista Sergio Castillo destacou a importância dos esportes e dos movimentos de prevenção: “Eu pratico a motovelocidade para uma causa que se chama “Por Uma Vida Sem Drogas”. Esta causa também abrange caminhadas, corridas, pedaladas e boxe. Aconselho a prática esportiva para o não uso de substâncias ilícitas, ou lícitas, como o álcool, que infelizmente podem levar para o mesmo caminho. O melhor mesmo é buscar alternativas saudáveis”.

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Piloto “POR UMA VIDA SEM DROGAS” busca patrocínio para correr na SUPERBIKE

foto sergio superbikeNo dia 12 de junho próximo, haverá a terceira etapa da SUPERBIKE, o maior campeonato de Motovelocidade de todas as Américas e que figura hoje entre os 5 maiores do mundo. 
Referência no cenário nacional este campeonato projeta os Campeões Nacionais de diversas Categorias.

O SUPERBIKE é um campeonato de Motovelocidade, assim como o MotoGP e o Mundial de SuperBikes WSBK.

foto sergio superbike3O piloto Sergio Oliva Castillo corre na categoria 1.000cc Masters!  Sergio Castillo já participou das duas Copas Pirelli, preliminar ao campeonato nacional. Destas duas copas, na primeira alcançou o quinto lugar e na segunda o terceiro lugar. Agora está na segunda etapa da SUPERBIKE.

Além de ser um apaixonado por esportes e principalmente por Motovelocidade, Sergio Castillo defende uma causa nobre: esportes “POR UMA VIDA SEM DROGAS“!

Um dos especialistas mais conhecidos em Dependência Química do país e também proprietário da Cínica Grand House (tratamento para todos os tipos de adicção), Sergio Castillo juntou a paixão que sempre teve pelo esporte com a necessidade de um programa de prevenção contra as drogas.

O movimento “Por Uma Vida Sem Drogas” começou com uma Caminhada e já evoluiu para Corridas, Surf, Pedaladas, Lutas de Boxe e agora a Motovelocidade.

No momento, Sergio Castillo busca patrocinadores para dar continuidade ao seu sonho, que já virou realidade: a conscientização da população que as drogas levam a morte e o esporte a vida.

“Sou um piloto social e quem estiver comigo vai levar o nome de sua empresa para este patamar que, muito mais que visar lucro, foca na vida! Levarei os nomes dos patrocinadores onde estiver falando sobre adicção como doença: como palestras e diversas mídias que participamos”, diz Sergio Castillo.

“Não queremos e não vamos desistir deste sonho de levar a conscientização para nossa sociedade brasileira de que é possível uma vida limpa, sem drogas e com muita emoção e adrenalina através dos esportes”, complementa Sergio Castillo.

foto sergio superbike_2O evento SUPERBIKE
(www.superbike.com.br) é o único que tem as melhores políticas para receber seus fãs, permitindo acesso livre e ininterrupto aos boxes e paddock com um único ticket, sempre vendido a valor bem acessível.

Já os ingressos para as arquibancadas podem ser retirados em diversos pontos de distribuição gratuitamente. Acesse a área de Ingressos e informe-se.

O objetivo do SUPERBIKE é oferecer a seus fãs, visitantes e suas famílias, finais de semana de diversão, emoção, entretenimento, música e toda a inspiração que esse mundo único proporciona.

Saiba tudo sobre a Temporada 2016!

http://www.superbike.com.br/calendar/temporada_2016/

Quem estiver interessado em ser um dos patrocinadores desta causa nos campeonatos de SuperBike entre em contato conosco pelos telefones:  (11) 4483 4524 / 4419-0378 /  99142-8360 / 99231-3765 (whatsapp 24 horas).

Curta a Fan Page de Sergio Oliva Castillo no Facebook:  O Piloto Por Uma Vida Sem Drogas

Saiba mais sobre a Clínica Grand House, idealizadora do projeto e uma das mais respeitadas do Brasil em Dependência Química:  www.grandhouse.com.br

Venha fazer a diferença em nossa sociedade, participe, ajude-nos a divulgar!

Clínica Grand House

Correr, pedalar, andar, jogar, lutar, surfar contra as drogas…

Que o esporte é sinônimo de qualidade de vida e saúde todo mundo sabe. O que nem todos sabem é que a prática esportiva é um aliado para o tratamento da depressão, para algumas doenças crônicas e para a dependência química. A dependência química provoca diversos prejuízos no bem-estar emocional e físico. Normalmente, aqueles que […]

via Correr, pedalar, andar, jogar, lutar, surfar contra as drogas… — Blog da Clínica Grand House

Corrida e Caminhada “Por Uma Vida Sem Drogas” em Santo Andre -17/01/2016

chamada eventoA Segunda Corrida e Caminhada Vida Ativa – Por Uma Vida Sem Drogas, acontecerá em Santo André, no próximo dia 17. O percurso é de 5 km e 10 km, iniciando e terminando no Paço Municipal. A partir das sete horas, começa a concentração do evento. O início do evento está marcado para as oito horas. Mais de 500 pessoas estão inscritas.

A série de eventos esportivos nomeado “Por Uma Vida Sem Drogas” foi idealizada e organizada pela Grand House, clínica reconhecida pela excelência e humanização no tratamento da dependência química e referência em todo o país. A Grand House, em parceria com a “Juventude Contra o Crack” e o Secretário de Esportes do Estado de São Paulo, Jean Madeira, se uniram para realizar diversos eventos esportivos com o tema. Além de Corrida e Caminhada por todo o Brasil, foram realizadas lutas de boxe e pedaladas com o tema.

Neste evento, que será em Santo André, a clínica Grand House fez uma parceira com a LifePQV (Life Promoção em Qualidade de Vida), uma empresa que visa uma vida saudável. O intuito é  promover a saúde física, mental e psíquica da população.

Além das milhares pessoas que o movimento Por Uma Vida Sem Drogas consegue mobilizar, conta também com o apoio de diversos artistas, jogadores de futebol, técnicos, e apresentadores: Rodrigo Faro, Britto Junior, Geraldo Luis, Marcos Mion, Ana Hickmann, Rogério Ceni, Muricy Ramalho entre outros.

Márcio Aldecoa, proprietário da empresa LifePQV, que é um dos organizadores, diz que este tipo de ação faz com que a sociedade se anime a procurar mais as atividades físicas e menos coisas que não fazem bem à saúde, como as drogas: “A parceria com clínica Grand House está sendo muito importante por uma das causas que defendemos: o não uso de drogas. Sempre visando uma vida mais saudável, a ideia é promovermos mais três eventos “Vida Ativa”, na região do Grande ABC, neste ano. Vamos ter a Corrida e Caminhada Vida Ativa contra a Hipertensão, o Diabetes e o Sedentarismo”.

Sergio Castillo, diretor terapêutico da Grand House, acredita que os eventos “Por Uma vida Sem Drogas” já é um sucesso e marca época: “Fomos muito felizes em todos eventos já realizados, principalmente pelo fato de o grande público aderir a causa: “Por Uma Vida Sem Drogas”. Queremos que cada vez mais pessoas se unam em torno do objetivo e que este evento continue permanente no calendário anual. As boas ações não podem ficar só no papel. Elas devem ir para a rua, mobilizar a população e chegar aos ouvidos de todos que precisam de ajuda e também como plano de prevenção”, disse.

Os organizadores Marcio Aldecoa e Sergio Castillo convidam a todos a vestirem a camisa e participarem da Corrida e Caminhada Por Uma Vida Sem Drogas, no próximo domingo: “Mesmo que hoje o assunto dependência química não faça parte do seu vocabulário, nem de seus familiares, venha fazer a diferença!”.

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Quando o “gostar” de sexo se transforma em “compulsão”?

compulsao sexual.jpgAlém de ser um termômetro do relacionamento, o sexo também faz bem para a saúde e ainda ajuda a queimar algumas calorias. Mas a compulsão por sexo pode se tornar um problema!

É muito fácil diferenciar o comportamento normal de um doentio em relação ao sexo: entre os dependentes, o sexo é uma prioridade, independentemente de onde estiver e com quem estiver – representa muito mais do que um desejo.

Quem sofre de compulsão sexual tem seus pensamentos totalmente tomados por desejos eróticos a todo momento e a busca incessante por satisfazer estes desejos sexuais expõe estas pessoas a diversos riscos.

A pessoa abre mão da hora do almoço, falta ao trabalho ou se ausenta de suas atividades para procurar um parceiro ou para se masturbar. Nada é mais importante que isso, nem o lazer, nem as relações sociais, nada.

Uma pessoa que não tem o distúrbio pode se sentir atraída por alguém, mas resiste à tentação de abordá-la. Com o dependente isso é diferente. Ele não consegue ‘negociar’ com seus desejos.

E o pior é que quanto mais o dependente faz sexo ou se masturba, mais ele tem vontade de repetir o ato. Como um dependente químico, esse indivíduo vai precisando de doses cada vez maiores de dopamina, liberada pelo cérebro, toda vez que há sensação de prazer. A diferença é que ele não precisa de um fator externo, como a droga ou o álcool, para que haja essa descarga hormonal.

Ninguém se torna dependente de sexo da noite para o dia ou a partir de uma experiência desagradável. Tanto o homem como a mulher apresentam os comportamentos característicos da doença entre o final da adolescência e o início da vida adulta. É nessa fase que eles começam a se interessar exageradamente por sexo. Entre os 20 e os 30 anos, o problema ganha intensidade.

Como não têm autocontrole, os compulsivos por sexo costumam se sentir culpados e, consequentemente, passam a se autodepreciar. Os relacionamentos mais próximos também podem ficar abalados, especialmente se a mulher ou o homem tiver parceiros fixos.

Uma pessoa que não consegue ter uma vida normal devido seus impulsos sexuais necessita fazer um tratamento sério e adequado para que possa ter uma vida saudável em todos os aspectos, não só a vida sexual.

E para buscar ajuda os pacientes devem recorrer a serviço médico que ofereça atendimento com psiquiatras e psicólogos para tratar sua relação desequilibrada com a sexualidade.

Não há cura, porém, a relação com a dependência pode ser revista e mesmo modificada. O que o tratamento vai dar para a pessoa é a possibilidade dela escolher o que vai fazer com seus impulsos.

Sergio Castillo
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Tel: 11 4483 4524 / 4483 4684