A massoterapia como auxílio no tratamento da dependência química

A palavra massagem vem do grego: masséin que significa justamente apertar ou amassar. A palavra massagem hoje em dia vem do francês massage que também significa esfregar, bater ou apertar.

A “arte” da massagem é muito antiga, as provas mais antigas são datadas com mais de 5000 anos. Nas culturas antigas o massagista era médico e o próprio pai da medicina. Hipocrates (460AD – 370AD) falou que um bom médico deve saber amassar. Provavelmente, a massagem é uma das formas mais antigas para tratar músculos e esqueleto.

A massagem é tão eficaz que pode aliviar ou curar vários tipos de doenças ou dores, além de aliviar o estresse liberando hormônios de relaxamento. A massagem é a melhor forma complementar ou alternativa que tem no mundo.

A massagem em geral visa o equilíbrio psico/físico/energético, alivia o estresse, melhora a circulação sanguínea e linfática, e drena as toxinas para ter uma recuperação muscular mais rápida. É uma forma de tratamento segura, inofensiva e deliciosa de receber.

Já a massoterapia é um termo bem moderno, usado para nomear o tratamento da saúde através de diferentes técnicas de massagem. O profissional estuda tais técnicas para sua correta aplicação e assim, tratar de alguns problemas de saúde.

Dos que foram comprovados cientificamente, destacam-se os seguintes benefícios tratados através da massoterapia:  redução da dor, imunidade melhorada, redução do stress, melhoria do sono, ganho de peso em recém-nascidos prematuros, ajuda na cura de lesões.

No tratamento da dependência química a massoterapia é utilizada para auxiliar a redução de sintomas de abstinência e stress.

No entanto, todas as técnicas utilizadas não substituem o tratamento médico, agindo somente como complemento deste.

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Auriculoterapia como terapia complementar no tratamento da dependência química

Você já ouvi falar em auriculoterapia?

Auriculoterapia é uma técnica de usar pontos na pele da aurícula (no ouvido externo) para diagnosticar e tratar dor e condições médicas do corpo.

Também conhecida como Medicina Auricular, praticantes ao redor do mundo usam esta terapia para tratar dor, vícios e distúrbios internos com excelentes resultados.

Quer usado em conjunto com outro tratamento ou por si só, a auriculoterapia é frequentemente efetiva. Melhor de tudo, ela é segura, não-invasiva, não-dolorosa e não possui nenhum efeito colateral conhecido.

Os chineses já conhecem essa técnica há milhares de anos, pois consideravam a orelha como uma área reflexa do corpo, assim como o pé e outras áreas, onde sinais do corpo inteiro podem ser observados. Se repararmos bem a orelha, ela tem o formato de um feto, ou a posição fetal que ficamos dentro do útero, onde a cabeça do feto é a parte de baixo da orelha, ou o lóbulo. Assim, todos os órgãos e estruturas estão localizados em alguma parte da orelha.

No entanto somente ao redor de 1850, alguns cientistas começaram a perceber a ligação entre a orelha e o corpo, quando testes com cauterização de determinada área da orelha (na perna inferior da anti-hélice), foram utilizados para tratar dores no nervo ciático.

Na década de 1950, o Dr. Paul Nogier de Lion, França, expandiu os gráficos chineses originais em um sistema mais abrangente. Ao passo que os textos anciãos mostram apenas alguns pontos para condições específicas, o trabalho do Dr. Nogier demonstrou que o ouvido é na realidade um micro-mapa do corpo inteiro, com todas as partes representadas. Assim, todas as partes do corpo podem ser avaliadas e tratadas através do ouvido externo.

A auriculoterapia foi trazida à atenção do Dr. Nogier pela primeira vez por cicatrizes de queimaduras nos ouvidos de seus pacientes onde um praticante leigo havia fornecido tratamento de cauterização. Ele descobriu, contudo, que agulhas de acupuntura eram ainda mais efetivas e muito menos dolorosas do que queimaduras.

Muito do trabalho original do Dr. Nogier foi verificado em diversas pesquisas e ambos os sistemas chinês e europeu são baseados em seu trabalho, que está sendo cada mais difundido nos dias atuais.

Hoje formas comuns de tratamento auricular incluem agulhas de acupuntura, pressão focada, lasers, ímãs e estímulo elétrico. Estimulação elétrica tem a vantagem de também fornecer detecção de pontos ativos para tratamento preciso.

A auriculoterapia é amplamente utilizada para controle de dor, vícios e dependências de todos os tipos, distúrbios internos, problemas emocionais e uma miríade de outros problemas.

Doutores de medicina, quiropráticos, acupunturistas, naturopatas, dentistas e pessoas leigas todos rotineiramente vêem excelentes resultados de tratamentos auriculares aplicados da maneira adequada.

Nós na Clínica Grand House utilizamos a auriculoterapia, assim como outras terapêuticas, como tratamento complementar para a dependência química pois estudos comprovam que a inserção de finíssimas agulhas em determinados pontos do corpo após um minucioso diagnóstico é ativado imediatamente no cérebro a produção de antiinflamatórios, analgésicos e antidepressivos, como a endorfina, serotonina e cortisol, diminuindo e amenizando os sintomas da abstinência.

Aviso Importante:

A auriculoterapia, apesar de extremamente segura e frequentemente benéfica, NÃO é substituta para tratamento médico qualificado e só deve ser realizada sob a supervisão de profissionais qualificados.

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Casamento: uma prescrição perfeita para prevenir o alcoolismo?

2007-099962-_20071217Uma equipe de investigadores da Virginia Commonwealth University nos Estados Unidos e da Lund University na Suécia descobriu que o casamento pode “reduzir significativamente” o risco de uma pessoa se tornar alcoólatra.

De acordo com a nova pesquisa recentemente publicada, o risco de desenvolver uma DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL (tradução de AUD – Alcohol-Use Disorders) quando alguém passa por um divórcio é sete vezes maior para as mulheres e quase seis vezes maior para os homens comparado àquelas pessoas que não se divorciaram.

Os resultados também afirmam que o risco para a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL é elevado para um gêmeo idêntico se ele se divorciar (porém em um grau bem menor), o que sugere ainda que o casamento em si pode proteger contra a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL e não necessariamente qualquer questão genética ou característica ambiental.

“Os resultados são uma ‘chamada para o despertar’ para lembrar aos clínicos a respeito da importância dos fatores sociais e psicológicos para o alcoolismo”, declarou o principal autor do estudo (o professor Kenneth S. Kendler do Departamento de Psiquiatria na Universidade Commonwealth de Virginia em Richmond nos Estados Unidos) ao Medscape Medical News.

“Isso não é apenas um problema em nossos genes ou em nosso cérebro, mas também está fortemente relacionado com aspectos-chave da experiência humana, como ter relacionamentos carinhosos”, acrescentou.

O estudo foi publicado on-line em 20 de janeiro pelo American Journal of Psychiatry.

Mantendo um ao outro em cheque

Pesquisas mostram que as pessoas divorciadas e solteiras normalmente bebem mais do que aqueles que são casadas, mas a razão para isso ainda não é clara.

“Não houve um estudo sistemático e de grande escala como este para nos dar mais informações sobre a natureza causal” da relação, disse o Dr. Kendler.

Ao tentar esclarecer essa relação, os pesquisadores usaram várias abordagens analíticas.

Com base nos registros nacionais, os pesquisadores identificaram 942.366 indivíduos nascidos na Suécia entre 1960 e 1990 que estavam casados e residiam com seu cônjuge em ou após 1990 e que não tinham a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL antes do casamento.

As bases de dados nacionais suecas fornecem informações sobre hospitalizações e visitas médicas para doenças como pancreatite relacionada ao álcool e doença hepática, bem como problemas legais relacionados com o álcool, como dirigir enquanto está embriagado.

A idade média de casamento dessas pessoas era de cerca de 30 anos; o início da DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL ocorreu 8 a 9 anos mais tarde. Durante o seguimento, 16% dos homens e 17% das mulheres se divorciaram e 1,1% dos homens e 0,5% das mulheres desenvolveram a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL.

A análise concluiu que o divórcio estava fortemente associado ao aparecimento subsequente da DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL em homens (razão de risco [HR], 5,98, intervalo de confiança de 95% [IC], 5,65 – 6,33) e em mulheres (HR, 7,29, IC95% 7,91).

Os pesquisadores analisaram três potenciais fatores de confusão, que, por sua própria conta, previram substancialmente o risco da DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL. Os resultados foram: 1) baixa escolaridade dos pais (que é um marcador para o status socioeconômico); 2) uso de droga anterior ou problema criminal e
3) histórico familiar de DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL.  Somando esses fatores apenas diminuíram modestamente as associações com o divórcio para homens e mulheres.

A associação entre o divórcio e o desenvolvimento de uma DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL foi muito mais forte em ambos os homens e mulheres se o cônjuge não tinha uma história de vida de DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL.

Isso, disse o Dr. Kendler, pode ser porque um cônjuge que bebe “incentiva o comportamento de beber juntos” e aponta para a importância do acompanhamento do casal para controlar o consumo. “Em relacionamentos de casamento, onde há a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL, há esse ‘fenômeno de verificação’ onde os cônjuges se conferem um ao outro.”

Números “dourados”

Os pesquisadores pretenderam esclarecer ainda mais a associação entre divórcio e a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL ao analisarem os parentes próximos. Eles identificaram pares de parentes casados: pares de irmãos completos, pares de primos nascidos dentro de 3 anos uns dos outros e pares de gêmeos monozigóticos.

“O problema que enfrentamos aqui é que temos dois fenômenos: temos o divórcio e temos problemas de álcool subsequentes, e estamos tentando descobrir se o divórcio, ou a mudança no estado civil, causa os problemas de álcool ou se há alguns traços compartilhados que o torna mais vulnerável ao divórcio e o torna vulnerável a beber “, disse o Dr. Kendler.

Os pesquisadores usaram a abordagem “correlativa”, que controla os traços e comportamentos familiares de confusão. Isto, disse o Dr. Kendler, é “o aspecto mais romântico da análise”.

Como gêmeos monozigóticos compartilham genes comuns e ambiente infantil, o ideal seria comparar esses conjuntos de gêmeos nos casos em que um dos dois se divorciaram e o outro não. Como essas situações eram muito raras nas amostras, os pesquisadores desenvolveram um modelo no qual os resultados de uma série de pares de parentes poderiam ser estimados a partir dos dados observados.

Esse modelo mostrou que a FC prevista para a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL entre gêmeos monozigóticos foi 3,45 nos homens e 3,62 nas mulheres.

Esses números são “de ouro”, porque na ausência de um julgamento randomizado, o que seria impossível projetar neste caso, este “design humano” fornece “sobre o melhor grupo de controle que você nunca vai encontrar”, disse Dr. Kendler.

Os resultados revelam que na população geral de homens, se divorciar aumenta o risco de DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL em seis vezes, mas em gêmeos monozigóticos, o risco aumenta apenas 3,5 vezes.

O que isso está dizendo é que um pouco mais da metade desses seis é provavelmente causal, e o restante – cerca de 2,5 HR – é apenas um monte de fatores que faz com que você seja mais propenso a DESORDEM DO USO DE ÁLCOOL.

Portanto, o que mais uma vez concluímos é apenas algo que temos comprovado diariamente: o alcoolismo tem inegavelmente traços hereditários, porém é uma doença multifatorial e que pode estar associada a problemas sociais, culturais, psicológicos e até profissionais.

 

Contribuição de Raphael Angelo 
Psicólogo da Clínica Grand House
Especialista em Mindfulness 
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Mindfulness no tratamento da depressão

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A depressão é um grande problema, afligindo cerca de 121 milhões de pessoas em todo o mundo e tem consequências trágicas: diminui o humor, absorve energia e reduz a vontade de viver. As pessoas que sofrem muitas vezes acham que não podem trabalhar, reduzindo sua capacidade de ganhar a vida para si e suas famílias.

Ao contrário de outras doenças graves, a depressão não tem sinais externos – sem bolhas, febre ou erupção – por isso é invisível para os outros. Os sofredores sentem-se envergonhados, sem valor, um fracasso – e porque não conseguem entender por que se sentem tão mal, constantemente torturam-se com perguntas sobre o que deu errado.

A depressão não se limita aos países ricos e a Organização Mundial de Saúde diz que:

  • A depressão é a principal causa de anos perdidos por incapacidade (YLD) em ambos os altos eos países de renda baixa / média
  • A depressão pode ser diagnosticada e tratada de forma confiável.
  • Menos de 25% dos afetados têm acesso a tratamentos eficazes.

O diretor do OMC, Willem Kuyken, e sua equipe no Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford estão respondendo à necessidade urgente de novas formas de prevenir a depressão. Eles são líderes mundiais no campo da investigação sobre a prevenção da depressão através da atenção plena.

O professor Mark Williams (anteriormente diretor do OMC), juntamente com os colegas John Teasdale (Cambridge) e Zindel Segal (Toronto), desenvolveu um programa de oito semanas de treinamento para prevenir a depressão recorrente grave.

Ele é chamado de terapia cognitiva baseada em Mindfulness (MBCT). Eles mostraram que o MBCT poderia reduzir significativamente a taxa de recorrência em depressão recorrente grave.

Os resultados de outros ensaios são igualmente impressionantes. Eles mostram que, em pacientes com três ou mais episódios anteriores de depressão, o MBCT reduz a taxa de recorrência ao longo de 12 meses em 44% em comparação com o cuidado usual, e é tão eficaz quanto antidepressivos na prevenção de novos episódios de depressão.

O Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica do Reino Unido recomendou o MBCT como um tratamento de custo eficaz para prevenção da recaída na depressão.

É agora claro que a publicação 2002 de Terapia Cognitiva Mindfulness-Based para Depressão (Segal, Williams, Teasdale) é não só um avanço muito significativo na terapia baseada em evidências para depressão recorrente, mas representa um marco no campo da saúde mental.

Mindfulness Centro de Oxford.

Raphael Angelo – Meditação em Saúde.
Psicólogo da Clínica Grand House
Especialista em Mindfulness
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A arte do relacionamento!

sergio-muriloRelacionar-se é um aprendizado sem fim, é aprender a ceder muitas vezes mesmo achando-se certo, é entender a si próprio a partir do outro e suas manifestações.

É calar-se quando a voz da ofensa subir com braveza até a garganta querendo agredir com “verdades” indefensáveis que teriam que fazer o outro se calar.

Relacionar-se é exercitar a paciência conosco para que também possamos tê-la com os outros, é procurar entender o outro antes de insistir teimosamente para que ele nos entenda primeiro!

Texto produzido por nosso companheiro “Sergio Murilo”

Dependente químico e limpo das drogas há 41 anos

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Como as empresas estão lidando com funcionários dependentes químicos?

sergio-fotoSegundo a Associação Brasileira de Apoio às Famílias de Droga dependentes (Abrafam), estudos revelam que 80% dos usuários de cocaína e 70% daqueles que consomem outras drogas ilícitas são funcionários de empresas. Por isso, as empresas estão cada vez mais orientadas a adotarem programas de prevenção e tratamento sobre o tema.

A dependência química custa milhões de reais às empresas. Os dependentes químicos na ativa estão mais aptos a ficarem doentes, mais predispostos a acidentes de trabalho e lesões do que outros funcionários e causam danos diretos e indiretos a seus colegas de trabalho. Ou seja, prejuízo e danos para as empresas aonde trabalham.

No Brasil, metade das faltas e 40% dos acidentes de trabalho estão ligados à dependência química, principalmente do álcool. Para solucionar o problema, em vez de demitir, muitas empresas estão começando a oferecer aos seus funcionários serviços de prevenção e tratamento.

Como resultado da a implantação de programas de reabilitação dentro das empresas, observa-se que um funcionário dependente, quando participante do programa, chega a produzir cerca de 60% a mais do que um funcionário que nunca teve problemas com quaisquer dependências. Ou seja, realmente vale a pena o investimento das empresas nesse sentido.

Além de existirem recursos governamentais e jurídicos que permitem à empresa ser ressarcida do valor gasto com a recuperação de seus funcionários, acaba sendo mais lucrativo para as empresas tratarem um funcionário dependente químico do que o demitir.

Temos observado, no entanto, que usuários de drogas são encaminhados aos nossos consultórios e clínica, em número cada vez maior, pelas empresas que não sabem como lidar com este dilema. Percebe-se que ainda existe um tabu com programas de prevenção e combate ao uso de drogas, nas organizações e meio empresarial como um todo. Álcool, maconha e cocaína, entre outras drogas, são frequentes no ambiente de trabalho, mas seu uso muitas vezes passa despercebido.

É preciso que a empresa esteja “atenta” para algumas mudanças de comportamento de seus funcionários assim como queda na produtividade, apatia, ausência, agressividade – entre outros fatores – para que possa então identificar o que está acontecendo e intervir oferecendo o tratamento adequado.

É de extrema importância que, tanto empresas quanto funcionários, tratem a questão com o maior zelo possível, para que os direitos de todos sejam garantidos e para que não haja comprometimento do ofíci`o.

Um exemplo de empresa que se preocupa com o bem-estar e a saúde de seus funcionários é a Furnas Hidroelétricas.furnas

Agora todos os funcionários da Furnas Hidrelétrica que sofrem com dependência química (álcool e outras drogas) podem passar pelo tratamento adequado!

A Clínica Grand House acaba de firmar parceria esta empresa de geração, transmissão e comercialização de energia elétrica, que é comprometida com a responsabilidade social e que considera o meio ambiente uma componente fundamental no desenvolvimento de suas atividades.

A Furnas tem mais de 21 programas ambientais, entre os quais os de Monitoramento Hidrológico, da Ictiofauna e Limnológico, da Qualidade da Água e os de Manejo e Conservação da Fauna.

Parabéns a Furnas Hidrolétrica por mais esta iniciativa, que outras empresas sigam o mesmo exemplo!

Se você tem problema de dependência química na sua empresa, entre em contato conosco. Podemos ajudar, somos especialistas em Prevenção e Tratamento da Dependência Química e referência no Brasil há mais de 15 anos!

Sergio Castillo
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O que existe por trás da raiva?

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Raiva é um sentimento normal. Sentir raiva cabe em certas circunstâncias. Porém para algumas pessoas é difícil ter consciência da raiva porque elas temem senti-la e expressá-la – o que pode resultar disto? Normalmente as pessoas têm medo de ser rejeitadas por sentirem raiva. Será que é vergonhoso sentir raiva?

Reprimir a raiva pode ser um modo de se proteger de algo que gostaríamos de evitar. Mas, enquanto a raiva for reprimida e não se buscar a origem, o conflito interno permanece.

Muitas vezes a raiva reprimida, a mágoa antiga, a não aceitação de diversas situações do passado pode resultar em doenças… inclusive na própria dependência química.

O que pode estar por trás da sua doença? O que está por trás de toda a raiva que você sente?

Será que é uma enorme necessidade de ser aceito, de receber carinho, admiração, reconhecimento, aprovação? Não ter recebido nada disto no passado e continuar ainda não recebendo podem gerar um sentimento de mágoa muito grande.

As mágoas sempre estão ligadas a situações de não consideração por parte do outro e são originadas na infância, muitas vezes desde o nascimento. São experiências que podem ser muito sutis, porém em algumas situações podem ser gravíssimas.

Sempre que você sentir mágoa ou raiva tente reparar em todos os sentimentos presentes e vá tentando buscar correlações com sua história de vida. As experiências mais graves são fáceis de serem lembradas, porém as mais sutis não e elas também causam muita mágoa.

Um bom detector que indica se a mágoa de hoje está relacionada com episódios do passado é a repetição dos eventos. Por exemplo, uma pessoa que muda de parceiro ou muda de trabalho e sempre se depara com as mesmas reclamações e sentimentos está presa nas situações do passado e as repetindo no presente. Isso já ocorreu alguma vez com você?

Se isto sempre acontece é necessário então fazer um resgate dessas emoções e situações, compreendê-las para assim transformá-las e diluí-las. Somente após esse processo você conseguirá vivenciar as experiências de outra maneira, livre das mágoas do passado.

É importante ter a consciência de que sem o aprofundamento e conhecimento do nosso interior dificilmente seremos livres e prósperos. A prosperidade incluí saúde física e emocional, felicidade, dinheiro, amor consigo e para com os outros, perdão ao outro e a si próprio, doação, entrega às experiências da vida com menos resistências internas. Se você tem sentimentos ruins atrapalhando sua vida, acaba bloqueando a prosperidade!

É necessário cuidar do mundo interior e emocional para diminuir o sofrimento e evitar atitudes destrutivas para com os outros e para si próprio. Direcionar a raiva ou ódio, provenientes de mágoas antigas, aos demais ou a você mesmo não solucionará nenhum problema, muito pelo contrário, trará muito mais sofrimento.

É fundamental entender o porquê da sua raiva, da sua mágoa… entender que outros sentimentos existem por trás da raiva, isto poderá ajudar a resolver uma boa parte do problema.

Busque ajuda de profissionais, de amigos, de grupos de apoio sempre que sentir que não consegue resolver esses sentimentos sozinho. O importante é não se isolar e reprimir os seus sentimentos, pois eles certamente se transformarão em doenças!

Sergio Castillo

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