Filipinas nas mãos de um torturador e “assassino”, com aprovação de 76% da população

A ordem nas Filipinas é matar não só traficantes, mas os usuários de drogas! Ou seja, dependentes químicos, doentes. Já morreram 9.432 pessoas no último ano. Os policiais matam e alegam legítima defesa. E tudo fica por isso mesmo, garantindo total impunidade aos matadores, geralmente policiais ou gangues rivais.

Tudo começou com a promessa do presidente Rodrigo Duterte de dar fim às drogas. E está seguindo de uma triste maneira: através de execuções extrajudiciais.

Nada que tenha feito escondido. Em sua noite de posse, há um ano, chegou a dizer “Faço um alerta para não mexerem com isso… Vou matar todos. Se acontecer algo (aos viciados), eles procuraram”, falou Rodrigo Duterte.

Desde então o que acontece é simples e de arrepiar qualquer cidadão.

Existe até um padrão para os assassinatos, obrigando que os dependentes químicos se tratem ou sejam assassinados. Como se os dependentes químicos, na maioria dos casos dominados pela doença, tivessem condições psíquicas para decidir se irão se tratar ou não. Aí entra a política do presidente: quem não adquire a reabilitação recebe policiais, à paisana em casa. A operação para prendê-lo acaba quase sempre com o suspeito morto a tiros da polícia (97%, segundo a agência de notícias Reuters). Ao lado do cadáver, quase em todas situações, são “plantados” um revólver calibre 38 e um pacotinho de cristais de shabu, droga mais consumida no país.

Mais uma informação que choca a humanidade: o policial que mata viciados, estupradores, bêbados e ladrão recebe um prêmio de 10.000 pesos (cerca de 650 Reais). Rubén Carranza, jurista do Centro Internacional de Justiça Transicional _ que trabalhou na comissão estatal de drogas das Filipinas _ fala de mais uma injustiça, que mostra um pouco mais do caráter de Duterte: “A guerra de Duterte nunca foi contra os grandes traficantes nem contra os fornecedores dos químicos importados da China que são usados para fabricar as drogas ilegais e sim”. Contra quem é a guerra então? Claro, a guerra é contra o dependente químico, o doente, considerado a “praga humana” que deve ser simplesmente exterminada!

A ONU, ONGs, à União Europeia e à Corte Penal Internacional são contra e Duterte os ameaça. Mas uma personalidade fez questão de elogiar as barbaridades acontecidas no atual cenário das Filipinas. Quem poderia ser? Sim, Donald Trump.

Imagine se o presidente dos Estados Unidos resolve adotar uma política antidrogas como esta? Autoridades chinesas também o elogiaram.

Valores distorcidos em um mundo que parece estar de ponta cabeça! Calamidade!

Filipinas está vivendo um verdadeiro “reino do terror”!

Este é o preço da desinformação, da ignorância de uma sociedade que não quer ver a realidade!

Sergio Castillo
Clínica Grand House
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