As drogas e o glamour: quando é sinal de luxo usar drogas!

Infelizmente muitas drogas ainda são vistas pela sociedade como sinal de luxo e glamour. Isto se dá principalmente entre adolescentes, que não levam a sério a informação do grande mal que elas podem causar, mas é algo que também está muito presente entre os adultos, que não conseguem se conscientizar do preço alto que a dependência química traz.

O glamour de alguns tipos de drogas pode vir a ser disseminados por anos na vida de muitas pessoas: até que uma tragédia aconteça e venha a tirar todo e qualquer brilho das mesmas. Artistas renomados do passado e do presente acabaram experimentando e se tornando vítimas das mesmas como qualquer pobre mortal.

Mortes como a de Marilyn Morrow, Elvis Presley, Michael Jackson e, mais recentemente, Amy Winehouse, Whitney Houston, Philip Seymour, Prince e George Michael chocaram o mundo e, mais uma vez, expuseram a nocividade do uso abusivo de substâncias psicoativas.

Isto sem contar grandes estrelas brasileiras, como Elis Regina, Tim Maia, Cassia Eller, Chorão e muitos outros que também morreram por overdose ou pela consequência do uso de drogas. Tudo isso acaba sendo fruto do falso glamour de uma vida com sucesso, fama, dinheiro e drogas.

Além de ser  “fashion” no meio artístico, as drogas também oferecem a falsa sensação de “glamour” em algumas parcelas da sociedade. Nas festas eletrônicas, por exemplo, drogas como o Ecstasy ainda podem ser vistas como algo que gente “descolada” usa para a curtição. Vinda da Holanda e da Inglaterra, no final dos anos 90, o consumo de Ecstasy continua em alta entre os filhos da classe média e da elite.

O Ecstasy recebeu sua dose extra de glamour quando a cantora Miley Cirus declarou, em entrevista, que a tal substância “é uma droga feliz”.  Pois é: infeliz declaração desta artista!

É muito comum nas chamadas “Raves” a venda deste tipo de “fórmula da felicidade”. Uma pessoa mais desavisada pode fazer o uso por diversão e se tornar um dependente químico e deparar ainda com a possibilidade de desencadear outras doenças psiquiatras.

A cocaína, também uma droga que já foi vista no passado com “bons olhos”, era até moda no século 19 (consumida inclusive por Freud) e hoje é vendida nas chamadas “biqueiras” juntamente com o crack – felizmente perdeu muito da falsa glamourização.

A dificuldade dos pais de alertar seus próprios filhos e de quem trabalha com a prevenção é justamente quando usuários esporádicos oferecem esse tipo de droga em um contexto relacionado à diversão, gente bonita, dinheiro, fama. Tudo isso se torna uma grande armadilha e uma ilusão para um provável triste fim. A realidade da Cracolândia está muito mais próxima do significado do uso de drogas!

Acreditamos, ainda, que a melhor atitude em relação às drogas é não fazer o uso das mesmas. Mas sabemos que sempre existirão pessoas dispostas a pagar o preço pelo abuso dessas substâncias, muitas vezes, simplesmente, porque não conseguem evitar. Por isso, a política de esclarecimento e prevenção ainda é a melhor forma de combater as drogas.

Sergio Castillo
Clínica Grand House
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Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

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