Resultado de imagem para 12 passos programaprograma de “Doze Passos” é um programa que foi criado nos Estados Unidos em 1935 por Bill W. e Dr. Bob S. Foi inicialmente desenvolvido para o tratamento do alcoolismo e mais tarde estendido para praticamente todos os tipos de dependência química e compulsões.

É a estratégia central da grande maioria dos grupos de mútua-ajuda para seus tratamentos, sendo mais conhecidos no Brasil os Alcoólicos Anônimos (e grupos relacionados como Alanon/Alateen, voltados às famílias de alcoólatras) e Narcóticos Anônimos.

Hoje há outras organizações e movimentos que adoptaram um método semelhante, de igualmente “Doze Passos”, para diferentes tratamentos, como:

  • Comedores Compulsivos Anônimos
  • Neuróticos Anônimos
  • MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas
  • DASA – Dependentes de Amor e Sexo Anônimos
  • FAA – Filhos Adultos de Alcoólicos
  • CODA – Codependentes Anônimos

Os grupos reúnem-se regularmente para discutir seus problemas, compartilhar suas vitórias e apoio mútuo. Uma das características mais amplamente conhecidas do programa é a tradição de, nas reuniões, os membros se apresentarem pelo primeiro nome e admitirem sua dificuldade (alcoolismo, adição a substâncias – entre outros).

Basicamente, essa técnica possui uma estratégia de colaboração mútua, ou seja, as pessoas que apresentam problemas com essas substâncias se reúnem regularmente em um grupo para compartilhar tudo o que estão passando. Dessa forma, as reuniões se tornam um suporte e apoio para vencer a dependência.

A principal proposta dos “Doze Passos” é fazer com que a pessoa seja honesta com sigo, que queira superar e buscar a recuperação. Quando isso é alcançado, só é uma questão de tempo para que o dependente químico tenha de volta a sua “liberdade” de opção, a sua vida e a sua paz de volta.

A “transformação” do “Primeiro Passo”:

O “Primeiro Passo”, talvez seja um dos mais difíceis: “Admitimos que éramos impotentes perante o álcool (ou substância) – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas”.

Parte-se de uma corajosa admissão da impotência pessoal e da necessidade de uma força maior do que a própria. Essa força seria um “Poder Superior” – que também pode ser chamado de “Deus” – passando por uma profunda avaliação pessoal com iniciativa de mudança de comportamento e postura perante a vida assim como de reparação dos erros cometidos.

Isso acaba gerando um engajamento tão grande ao programa de recuperação que se torna necessário e espontâneo multiplicar essa semente para outras pessoas que necessitam também de ajuda – que é uma maiores “grandezas” desse programa.

Este “Primeiro Passo” parece muito fácil, porém é complexo. Afinal qual pessoa consegue realmente admitir a derrota completa? Qual pessoa consegue dizer que é impotente, que é fraco ou incapaz? A grande minoria, com certeza. Nunca queremos admitir nada disso.

Com isso, para decidir enfrentar a sua dependência, se faz necessário um ato de admissão e rendição para que se consiga recupera a tão sonhada “liberdade”. Não conseguimos nada sozinho, mas isso para o dependente químico é ainda mais difícil.

Sem admitirmos que “queremos”, porém “não conseguimos”, que precisamos de ajuda, é difícil avançar na direção dos outros passos.

O dependente químico geralmente nunca está contente com nada, seu cérebro está condicionado a busca de prazer constante, nada o satisfaz, está sempre em busca de preencher sua necessidade, seu vazio.

Admitir que ele não é o centro do universo causa muito conflito para ele – e o primeiro passo é justamente isso, admitir toda sua impotência, toda a sua insignificância na terra, principalmente perante uma doença crônica tão grave e difícil de ser vencida. Essa é uma das grandes dificuldades de se assumir o “Primeiro Passo”, é um processo extremamente complexo, é uma grande barreira interna a ser vencida.

O “Primeiro Passo” traz a tona todas contradições do dependente químico, vai contra todos os mecanismos de defesa que ele possui. Para alcançar o “Primeiro Passo” ele vai ter que admitir que é impotente perante sua adicção (perante seus comportamentos inadequados e compulsivos, desajustados, condições de obras inacabadas, relações conflituosas), vai precisar admitir que a vida se tornou incontrolável para ele e que é impotente perante as drogas. Como ele vai dizer para si mesmo: “Admita! Renda-se”!?

Quando o dependente químico consegue caminhar na direção a vencer o “Primeiro Passo” ele consegue um enorme progresso na sua recuperação.

Não vamos abordar neste artigo todo os “Doze Passos”, mas podemos afirmar com total certeza que os “Doze Passos” na sua totalidade traz o “despertar” para enxergar uma nova realidade, uma nova percepção de vida – verdadeiramente FUNCIONA!

Acesse meu canal no Youtube e saiba mais sobre ” Dependência Química”!

Sergio Castillo
Clínica Grand House
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Tel: 11 4483-4684

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