Como está sendo o processo de remoção da “famosa” tatuagem do Ruan “Sou ladrão e Vacilão”

Com os avanços das tecnologias, remover tatuagens não é mais um processo tão difícil.

Atualmente, já é possível a remoção total de praticamente qualquer desenho na pele, independente do tamanho.

O procedimento é feito por meio de laser, que pode apagar por completo a tatuagem com resultados satisfatórios na maioria dos casos.

Antes, a  remoção em peles escuras poderia deixar marcas, mas com a melhoria dos equipamentos já é possível fazer a remoção em todos os tipos/cores de pele.

Como é feito o processo de remoção?

Quando aplicamos o laser em uma determinada área pigmentada, ele destrói opigmento fragmentando-o em micro partículas.

Essas partículas fragmentadas são capturadas pelos macrófagos e são eliminadas gradualmente através do sistema linfático após cada sessão.

No entando, devemos estar cientes de que o sucesso do tratamento depende do sistema imunológico de cada pessoa.

A diferença da resposta de um paciente para o outro envolve a eficiência de macrófagos na remoção dos resíduos e também da quantidade de pigmento e profundidade que ele foi aplicado.

Quanto mais superficial esse pigmento e em menor volume, menor será também a quantidade de laser necessário para a remoção.

Geralmente os pigmentos de tatuagem se encontram na segunda camada da pele (derme).

Tatuagem do Ruan

No caso do jovem Ruan foi possível verificar que a pigmentação não foi obviamente aplicada de maneira uniforme. Observa-se que as letras que estavam na camada superficial foram completamente removidas logo nas primeiras sessões.

No entanto, como a tatuagem foi realizada com oscilações de profundidade, ou seja, com áreas mais suaves e outras mais fortes, existem partes que estão mais profundas e com maior volume de pigmentaçao. Por isso a necessidade de um maior numero de sessões a laser no caso do Ruan.

Estamos nos empenhando bastante nesse tratamento para que seja feita a total remoção da tatuagem, porém não é possível dizer exatamente quanto tempo ainda levará para conseguirmos a remoção total.

Miriam Firmino – Laserterapeuta
Clínica MF Laser Estética

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Como funciona a manipulação de um adicto?

A manipulação é um dos comportamentos e ferramentas mais fortes utilizadas pelo adicto e por seus codependentes. É um recurso que impede a recuperação e faz da vida tanto do dependente quanto da família um verdadeiro caos.

No geral, o dependente químico tem uma grande habilidade para manipular pois seu forte objetivo é continuar sua dependência e para isso ele irá arrumar diversas desculpas para não fazer o que precisa ou para fazer o que sabe que não deve.

Ele passa a mentir cada vez mais e vai perdendo gradativamente os valores éticos e morais e para isso utilizará várias formas de manipulação: racionalização, responsabilização de terceiros, negação, minimização, rigidez mental, pressões e ameaças

O dependente químico geralmente é convincente em seus argumentos, pois o importante é conseguir o que se almeja, seja ao custo que for, e este é um estágio em que parece que o adicto se torna claramente egocêntrico ou embotado de qualquer sentimento. Com o avanço de sua dependência, o adicto passa a ver todos apenas como meios para se chegar a um único fim (a droga), tudo é direcionado à droga.

Um dos pontos crucias da manipulação usado na dependência química é a vitimização. Ser sempre a vítima é um dos truques do dependente químico para conseguir mais compreensão, seja com comportamentos que não estão dentro dos parâmetros habituais ou para conseguir alimentar seu uso de droga.

É preciso estar fortalecido e munido de ferramentas terapêuticas para não ceder à manipulação de um dependente químico, pois quando vemos a quem amamos sofrendo a tendência é querer sanar imediatamente a dor.

No entanto, no caso da dependência química, é preciso perceber que a dor momentânea é necessária como caminho para a recuperação.

Algumas atitudes importantes para lidar com a situação são, por exemplo, não deixar que o manipulador faça com que você se sinta culpado, seja com palavras, críticas ou ações. Além disso, em alguns casos, dependentes químicos passam a fazer as mais diversas ameaças.

É importante se manter forte e contar com a equipe de tratamento para ajudar você a perceber que essa é uma “jogada”. Você também pode quebrar o ciclo da codependência ao deixar de alimentar o jogo doentio do dependente (brigas, culpas, acusações), você se libertará do círculo vicioso que ajuda a piorar a doença. Aprenda a se afastar e a dizer “não”!

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Terapia de Mudança de Comportamento

O maior potencial para uma mudança é durante uma crise. A terapia de mudança de comportamento é um conjunto de métodos psicológicos para o tratamento de distúrbios de adaptação e modificação dos estilos de comportamento observáveis. Mudar o comportamento não é apenas uma questão de conhecimento ou de habilidade, é preciso encontrar a motivação para começar e manter a mudança desejada.

Se você não acredita que é possível mudar um hábito, nenhuma das estratégias de motivação irá funcionar. Uma verdadeira mudança de comportamento é possível quando você tem as estratégias para iniciar e manter a sua motivação, quando você consegue ver o que quer, ter colocado o novo comportamento dentro de um ritual que você já faz, a crença de que é possível, valorizar o novo comportamento e pensar que você é do tipo de pessoa que faz isso.

Não é de se admirar que curas milagrosas não durem.

Normalmente é melhor começar por aquilo que você considere mais fácil, mas dependendo, você não conseguirá começar pelo mais fácil se antes não modificar aquilo que está te prejudicando mais.

Conforme for conseguindo fazer uma mudança, passe a colocar em prática outro item da lista. É fundamental o comprometimento consigo mesmo para conseguir essas transformações. Não se deixe desanimar pelas dificuldades que podem aparecer no decorrer desse processo.

Faz parte do caminho encontrar desafios e contratempos.

A terapia de mudança de comportamento no tratamento da dependência química

Não é possível o dependente deixar o consumo e viver na sobriedade mantendo o mesmo comportamento que possuía durante o período em que permanecia no uso. Torna-se totalmente insensato o indivíduo que pensa conseguir parar de usar as substâncias vivendo da mesma maneira que anteriormente.

Os hábitos e costumes, as amizades, os ambientes em que vive devem ser modificados. A princípio, o dependente deve acima de tudo preservar-se á toda e qualquer situação que possa o induzir ao consumo das substâncias de sua dependência.

A mudança de comportamento para o dependente químico em recuperação deve ser de forma radical, e ajudará muito ao dependente começar a praticar atividades ao qual ele não praticava durante o período em que estava no uso das substâncias. Veja alguns exemplos abaixo:

  • Conviver com pessoas que não fazem o uso das substâncias;
  • Não frequentar lugares onde pessoas façam o uso das substâncias;
  • Ter uma melhor convivência familiar;
  • Praticar esportes;
  • Não se expor a situações que possam o desestabilizar sentimentalmente e emocionalmente;
  • Participar de Grupos de Apoio ao dependente (AA, NA, Amor Exigente, Pastorais de Sobriedade, etc.), esta atividade é sugerida a prática ao menos uma vês por semana.

Entramos aí em uma questão bastante interessante que é a de o indivíduo passar a ter contatos e relacionamentos com pessoas diferentes, começa também a frequentar novos lugares, passa a ter um estreitamento familiar, passa a ser visto pela sociedade de uma maneira mais positiva, evitando assim muitos contratempos que o afetam sentimentalmente e emocionalmente.

Isso é mudança efetiva e precisa ser contínua.

ITALO DAVISON DIAS
Técnico, consultor e terapeuta em dependência química e alcoolismo
CRT 11.1274/SP – Cel.: (011) 94172-6763 (vivo/whatsapp)

PATRICIA BERNARDETE DE ABREU
CRP 06/112359 – Cel.: (011) 94362-7735 (vivo/whatsapp)

Psicóloga clínica, especialista em dependência química e alcoolismo, mestre em Psiquiatria

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Conhecendo o treinamento de habilidades sociais no tratamento da dependência química

Um dos maiores diferenciais do homem está na forma como nos agrupamos, formando sociedades complexas. Passamos boa parte de nossas vidas nos comunicando com outras pessoas. Interações sociais problemáticas podem comprometer significativamente a formação de uma pessoa em relação à sua saúde mental.

Habilidade social é a capacidade do indivíduo em se comportar de maneira adequada em diferentes ambientes e com diferentes tipos de pessoas. Habilidades sociais, por definição, são um conjunto de capacidades comportamentais aprendidas que envolvem interações sociais. Por um comportamento habilidoso ou adequado, referimo-nos à expressão de atitudes, sentimentos, desejos, opiniões e crenças, respeitando a si mesmo e aos outros. Habilidades Sociais são uma característica do comportamento e não das pessoas. Além disso, ser ou não habilidoso é uma questão de aprendizagem e, como tal, é um padrão modificável.

TIPOS DE HABILIDADES SOCIAIS:

Existem seis categorias principais de habilidades sociais, são elas:

Habilidades Sociais de Comunicação:

Envolvem os elementos básicos de se comunicar, como fazer e responder a perguntas; gratificar e elogiar; pedir e dar feedback nas relações sociais; manter e iniciar conversas. Comunicação: fazer e responder perguntas, dar e receber feedback, iniciar, manter e encerrar conversação.

Habilidades Sociais de Civilidade:

Dizer por favor, agradecer, apresentar-se, cumprimentar, despedir-se. Civilidade: dizer, por favor, agradecer, apresentar-se, dirigir-se corretamente as pessoas, com expressões como “Bom dia! ” “Boa tarde! ”, fazer e responder perguntas, chamar as pessoas pelo nome.

Habilidades Sociais Assertivas de Enfrentamento:

Assertividade: expressar sentimentos, falar sobre suas qualidades e defeitos, concordar ou não com outras opiniões, recusar a fazer algo, lidar bem com críticas, defender os próprios interesses, resistir à pressão dos grupos.

Manifestar opinião, concordar, discordar; fazer aceitar e recusar pedidos; desculpar-se e admitir falhas; estabelecer relacionamento com o sexo oposto; encerrar um relacionamento; expressar raiva e solicitar mudança de comportamento e interagir com autoridades.

Habilidades Sociais Empáticas:

Empatia é a capacidade de reconhecer sentimentos e identificar-se com a perspectiva do outro, manifestando reações que expressem essa compreensão e esse sentimento. Habilidades sociais empáticas envolvem parafrasear, refletir sentimentos e expressar apoio ao outro. Consiste em demonstrar interesse pelo outro, ouvir, reconhecer sentimentos no outro, respeitar as diferenças, oferecer ajuda.

Habilidades Sociais de Trabalho

Envolvem comportamentos úteis para a resolução de problemas e para o gerenciamento de uma equipe. São consideradas habilidades sociais de trabalho coordenar grupos, falar em público, resolver problemas, tomar decisões e mediar conflitos. Solução de problemas interpessoais: se acalmar diante de problemas, pensar antes de agir, identificar e avaliar soluções alternativas

Habilidades Sociais de Expressão de Sentimento Positivo:

Fazer amizades, fazer e responder perguntas pessoais cumprimentar, se apresentar, fazer e receber elogios, iniciar e manter conversações, expressar solidariedade e cultivar o amor.

COMO FUNCIONA O TREINAMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS NA RECUPERAÇÃO DE DEPENDENTES QUÍMICOS:

O usuário de substâncias psicoativas, em decorrência da saliência do consumo, deixa de adquirir ou perde habilidades sociais necessárias à garantia de um funcionamento social hábil.

O treinamento de habilidades sociais aplicado ao tratamento da dependência química tem como objetivo aumentar a competência social do paciente no manejo das situações do cotidiano, em especial as mais estressoras e precipitadoras de recaídas.

Dependentes químicos, por sua vez, costumam ter dificuldades de assertividade, buscando a fuga por meio das drogas ou do álcool toda vez que se sentem frustrados e não conseguem lidar com esta frustração. Para esses indivíduos, o treinamento de habilidades sociais pode ser extremamente útil, ensinando-os outras formas de suportar suas frustrações sem precisar do escape das drogas.

O Plano de Prevenção à Recaída (PPR) conceituou as habilidades de enfrentamento como um fator de proteção, onde o dependente químico aprende a lidar melhor com as situações de risco de seu dia a dia, a prever situações onde a recaída é possível e a planejar estratégias para lidar com estas situações.

Texto desenvolvido por:

ITALO DAVISON DIAS
Técnico, consultor e terapeuta em dependência química e alcoolismo
CRT 11.1274/SP – Cel.: (011) 94172-6763 (vivo/whatsapp)

PATRICIA BERNARDETE DE ABREU
Psicóloga clínica, especialista em dependência química e alcoolismo, mestre em Psiquiatria – CRP 06/112359 – Cel.: (011) 94362-7735 (vivo/whatsapp)

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A importância da elaboração do luto na dependência química

Nossa vida no geral é permeada (do nascimento até a nossa partida) de situações de ganhos e perdas.
O sentimento de luto está presente em todo tipo de perda de questões consideradas fundamentais: a morte de alguém querido, a perda de um animal de estimação, de uma posição social, de um ideal, de um sonho, de uma esperança ou ainda de um sentimento vivido. O luto é algo inevitável após qualquer perda e não pode ser ignorado!

Muitos sentimentos vêm à tona durante o luto e muitos se questionam se o que estão sentindo é normal ou não. As emoções presentes são variadas e oscilam com uma intensidade que foge do estado conhecido de quando o indivíduo não estava enlutado. É um processo confuso e perturbador, mas, apesar de todo o desconforto, é um trajeto necessário para ocorrer a elaboração.

Importante considerar que o processo não deve ser apressado por amigos ou familiares, por mais bem-intencionado que seja o desejo de aliviar a angústia da pessoa enlutada, pois para alguns o luto pode levar mais tempo do que para outros. Da mesma forma como todos nós amamos de um jeito singular, também sofremos a perda de um jeito que não pode caber em um formato único, a forma de vivenciar a perda é singular para cada um.

E a forma de sobreviver ao luto é permitir que a dor exista, sem tentar encobri-la ou apressá-la, tudo precisa ter o seu espaço e o seu tempo certo.

No processo de tratamento e recuperação da dependência química, a questão do luto não é diferente, as perdas são muitas e precisam ser vividas e superadas.

Vejamos aqui alguns dos lutos necessários no processo de recuperação da dependência química:

  • A própria substância: a droga, o álcool, medicamento (ou outra substância) é uma velha amiga de quem muitas vezes se depende para afastar o “sofrimento”, para ajudar a sentir que há um certo controle sbbre cada situação.  O uso da substância é capaz de ilusoriamente proporcionar uma opinião e visão melhor sobre si mesmo. De repente o indivíduo fica sem sua “muleta” e vem aquele sentimento de que ele terá que “aguentar” tudo sozinho sem qualquer tipo de “alívio”. Parece insuportável pensar em enfrentar tanto sofrimento totalmente sóbrio. No entanto, através de seu despertar espiritual o adicto descobre que é possível viver bem sem a bebida e qualquer outra droga e assim começa a renascer.
  • Os amigos: quando se para de usar simultaneamente se deixa de lado um velho círculo de amigos (que antes usava a droga junto). Não é possível voltar mais a este círculo de amigos com os antigos hábitos, pois certamente haverá recaídas. Após a mudança de percepção durante seu processo de recuperação, o indivíduo começa a desenvolver a capacidade de construir novos relacionamentos, novos amigos – todos calcados em uma base mais sadia, longe do uso de qualquer substância. A incapacidade de modificar o comportamento dos outros já não lhe tirará mais o sossego, ele passa a aceitar que só pode mudar a si mesmo, ficando a partir daí a responsabilidade da recuperação para o próprio dependente químico.
  • Uma relação afetiva: quando um relacionamento amoroso termina por causa do uso de drogas, com frequência se perde não só esta pessoa, mas todo círculo de amigos e familiares em torno dessa pessoa. Isto cria um grande espaço de tempo vazio durante o qual o dependente químico normalmente se sente sozinho, sentimento bastante doloroso.  A antiga relação amorosa deste adicto, agora em recuperação, ainda que doentia, trazia a ilusão de segurança, pois de alguma forma ele já sabia se posicionar e lidar com ela. Por isso, o novo passa a ser muito ameaçador. Com uma nova percepção da realidade, o dependente químico em recuperação pode ser capaz de estabelecer dinâmicas de relacionamentos mais digna e saudável (seja com a mesma pessoa ou então em um novo relacionamento) e de um gratificante processo de evolução pessoal, emocional e espiritual, onde consiga se responsabilizar pelos próprios atos e sentimentos e voltar a ser feliz.
  • A família: A família geralmente é arrastada para um furacão quando um membro desenvolve a dependência química. Após tantas perdas, o adicto precisa a aprender a lidar com os membros da família desempenhando um papel bem diferente de quando usava drogas. Inevitavelmente ele se sentirá muito perdido em relação a este novo papel pois o fim dos papéis adotados anteriormente e vividos dentro desta dinâmica familiar doentia, representa um luto, tudo agora se torna diferente. Com o evoluir do tratamento adequado a família (assim como o dependente) encerra o processo de luto e finalmente aceita a morte de seus relacionamentos dependentes e doentios. E assim tanto o dependente quanto os familiares conseguem conquistar serenidade e a determinação para construir uma “nova” vida.
  • Emprego: Muitas vezes o uso de drogas foi a causa da perda de um emprego (ou mesmo de uma série de empregos). Isto pode ser uma perda extremamente difícil se o sentimento de identidade dependia deste emprego. Para muitos, uma grande parte da autoimagem está associada ao que se faz para ganhar a vida; um processo difícil a ser enfrentado. No entanto, com o resgate total de sua vida, o adicto pode ser capaz de resignificar seu trabalho, sua missão e buscar garra para conquistar (ou reconquistar) seu espaço profissional.
  • A autoimagem e a auto estima: Sob a influência de substâncias químicas, o adicto acreditava que cuidava bem de sua família, que era responsável e carinhoso, pensava que controlava as situações e que a droga não o prejudicava ou aos que estavam ao redor. Mas quando se toma a decisão de parar, ele começa a tomar consciência de que não era esse o caso e sim que não tinha o controle sobre a adicção ou sobre nenhuma situação.

Tomar consciência disso constitui um terrível golpe para a maioria e destrói a autoestima e as ilusões a seu respeito. Ele acaba se vendo como alguém destruído, desamparado e sem espaço em nenhum lugar. Passando por um tratamento aonde o adicto realmente comece a se encontrar ele passará a lidar com as perdas de forma mais tranquila e começará a desejar e investir na recuperação enfrentando o fim de seus relacionamentos doentios e resgatando sua própria vida, bem como sua autoestima e a autoconfiança.

Quer se esteja apenas começando a se recuperar da dependência química ou de outro tipo de dependência ou mesmo se encontre há vários anos num programa de doze passos, o luto é uma coisa que todos enfrentam ao longo da vida.

A perda e o luto fazem realmente parte da vida e não há como fugir deste fato. Ninguém nunca está preparado para lidar com nenhuma perda ou para desapegar de coisas que gosta ou está acostumado, inclusive o ser humano tem a tendência de ficar preso a algo mesmo quando não quer mais, como no caso, a droga.

Devemos entender que é necessário viver o luto em todas as suas fases, porém é preciso superar. E o superar não é esquecer nem fingir que nada aconteceu, significa aceitar e continuar a viver, retomar sua rotina, seu trabalho, voltar-se para seus amigos e demais familiares.

Nesse processo, a vivência da fé, para aqueles que creem, é de fundamental importância, pois ajuda a entender que o sofrimento faz parte da condição humana, e a morte e as perdas acontecem para todos, sem exceção.

Quando tudo isto é entendido pelo dependente químico, a recuperação e o resgate pleno de sua vida passam a não ser mais um fardo e acabam se tornando um motivo para entusiasmo diário.

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Quando a primeira vez pode ser tarde demais!

A maioria de nós, especialistas da área da dependência química, é quase unânime em concordar que a melhor saída e prevenção contra drogas (sejam elas lícitas ou ilícitas) é simplesmente a não experimentação.

Porém, em uma sociedade que incentiva o ser humano a ingerir bebidas alcoólicas (e/ou outras drogas lícitas, como o cigarro) é difícil imaginarmos um jovem que nunca tenha experimentado (ou que não vá experimentar) qualquer tipo droga.

Se o primeiro gole pode ser a porta de entrada para o uso de outras substâncias, ficar só no álcool não deixa de ser também um perigo. O álcool é ilusório e lícito, e muitas vezes até muito incentivado pela nossa sociedade.

O uso (e abuso) de álcool, maconha, cocaína se tornou algo tão comum nos dias atuais, que muitos fazem de tudo para que essas drogas sejam vistas como supostamente “inofensivas” e cujo uso esporádico nem viciaria ou tornaria ninguém adicto.

No entanto, TODA droga, sem exceção, tem elevado poder de levar um ser humano a se tornar adicto e a dependência pode ser sim desencadeada desde o primeiro uso.

A cocaína, por exemplo, por conta de seus efeitos estimulantes, traz uma sensação de clareza de pensamentos e poder de estímulo que pode durar alguns momentos. O efeito consiste em uma duradoura euforia. A pessoa adquire um grande vigor e quer viver essa euforia constantemente.

O problema é que após o pico do efeito a necessidade de outra dose aparece e logo o usuário está fisgado, mesmo não querendo acreditar que já é um adicto e que necessita daquela sensação constantemente.

Os estados de alteração da percepção experimentados por quem usa a cocaína podem levar a quadros de irritação extrema, ansiedade e cansaço. Esses quadros, ocorrendo com frequência, podem facilitar o início de um quadro psicótico.

A associação da cocaína com o álcool traz um risco adicional, pois o fígado transforma essas duas substâncias em uma terceira, o cocaetileno, que potencializa os efeitos da droga e pode aumentar os riscos de morte súbita.

O tão temido crack, derivado da pasta de cocaína, tem também uma capacidade grande de corromper o cérebro e levar uma pessoa rapidamente a se tornar um forte adicto. Na primeira experimentação, já pode se instalar a dependência química. Realmente um tipo de droga devastadora e com alto poder destrutivo.

A maconha, apesar de ser tão defendida como “inofensiva” por muitos grupos da sociedade que buscam a liberação, causa também dependência e crise de abstinência. Poucos meses de uso constante já podem gerar perda da capacidade de concentração, insônia e mau humor e, dependendo da constância do uso, pode levar até mesmo a crises psicóticas.

E, o álcool, apesar de ser uma droga lícita, causa forte dependência se utilizado constantemente e de forma prolongada. Os dependentes de álcool têm crises de abstinência terríveis, apresentam tremores, aumento da pressão, agitação excessiva e perda da clareza para avaliar as coisas. Há ainda casos mais graves que podem resultar em alucinações e delírios, além de convulsões. Portanto, álcool não é uma droga “leve” e já no primeiro uso a pessoa pode começar a gostar muito do efeito da mesma e passar a fazer uso constante.

Mais uma vez é importante ressaltar que qualquer uma destas drogas leva rapidamente à dependência, portanto se alguém disser que usa cocaína ou maconha “eventualmente’, duvide, pois, esse usuário apenas está no caminho da dependência e precisa de auxílio especializado para se livrar do vício.

Existe uma imensa variedade de drogas disponíveis sejam elas naturais (maconha, ópio), sintéticas (como o ecstasy e o LSD) ou semi-sintéticas (como a heroína, cocaína e crack), além do álcool, mas todas elas têm o seu poder de atração sobre o ser humano e todas causam forte dependência.

Muitas pessoas, a grande maioria, se “apaixona” pelo efeito das drogas logo no primeiro uso, portanto a primeira vez é algo determinante e pode dar início a uma séria dependência química, principalmente se a pessoa tiver a propensão.

E sempre é bom ter em mente que não só o corpo se torna dependente, as drogas causam danos psicológicos e sociais intensos, as perdas na vida de um dependente químico são sempre avassaladoras e infelizes.

Portanto, não se deve banalizar o uso de nenhuma droga. Existem pessoas que jogam uma vez na loteria e ganham, existem usuários que se tornam dependentes numa única tragada!

Portanto, ter consciência do problema e evitar ainda é a melhor saída.

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As drogas e a impotência masculina

Um dos temas que mais aterrorizam os homens é:  a “ impotência masculina”.  A falta de ereção ao tentar um relacionamento sexual é uma das coisas que mais assombram a vida do sexo masculino.

Basta ver o quanto o homem fica incomodado com a pergunta se ele já “falhou” (vulgo “broxou”) em alguma relação sexual. A impotência masculina é (e sempre será) mais do que um tabu, será sempre um “fantasma” para o universo masculino.

Muitos se utilizam de drogas para perder a inibição e ter melhor performance no sexo e a grande ironia é que, em pequenas doses, drogas como o álcool e o cigarro podem vir a aumentar o desejo sexual e a excitação em um primeiro momento.

Acreditar nisto e se valer do uso de substâncias para aumentar a potência é uma grande armadilha, pois, até mesmo sem perceber, a quantidade usada geralmente vai aumentando. No entanto, é comum que o uso abusivo de drogas ou álcool inverta a situação e cause a impotência sexual em muitas relações frustradas.

A comunidade médica alerta que o álcool e a nicotina causam alterações vasculares severas que podem a vir dificulta a ereção. Já a cocaína e maconha, se usadas em altas doses, colocam a libido em um lugar bem distante, assim como a fissura pelo uso de drogas sintéticas, como o ecstasy e o LSD.

Uma grande parcela de homens com dificuldade de ereção recorre a remédios, porém, estes também podem ser grandes vilões para a saúde masculina e podem colocar a vida em risco.

Alguns obstáculos como medo, vergonha, desinformação e erro de percepção impedem o homem de buscar o tratamento adequado ao aparecimento dos primeiros sintomas. Ficam tardando, ignorando a questão, enquanto o problema vai se agravando a cada dia que passa.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, existem hoje no País 6 milhões de homens com disfunção erétil e, ao redor do mundo, o número pode chegar a 300 milhões.

Os homens precisam superar as barreiras e buscar ajuda médica e psicológica para fazerem o tratamento adequado. Quanto mais se demora para buscar ajuda mais sofrimento e transtorno isso representa, não só para eles, mas também para suas parceiras.

A impotência masculina, na maioria das vezes, tem cura e o primeiro passo é o diagnóstico correto. Ou seja, após ser detectada por intermédio de um diagnóstico clínico, existirão vários recursos para tratamento, é necessário apenas coragem para enfrentar os diversos dilemas internos que acompanham a impotência masculina.

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