A velhice machucada pela Dependência Química

Muitos fatores deixam os idosos sem qualidade de vida. Um deles é a Dependência Química. O fascínio das drogas em si e a própria doença não escolhe classe social, está em todas as faixas etárias e é na velhice particularmente mais nocivo.

Muitos pensam que os idosos tendem a se tornar dependentes de remédios, mas são as drogas mais comuns e lícitas que os levam à dependência química.

As drogas lícitas são, portanto, as campeãs entre a terceira idade, como o álcool e o cigarro. Muitos são daquele tempo em que começaram a fumar quando o cigarro ainda fazia parte do glamour da vida. E com a bebida não é diferente. Porém, o corpo nos cobra ao longo dos anos e o álcool pode ser um mal silencioso e demorado para tratar.

Depois de muito tempo de uso, o álcool traz suas piores consequências, bate à porta cobrando sua “conta”. O uso abusivo de álcool pode resultar em uma depressão severa ou até delírios e demências senil. Isso tudo além de causar doenças fatais, como a cirrose hepática e também atrapalhar no tratamento de outras doenças, como a hipertensão e o diabetes.

Alguns fatores da vida tendem a dificultar a passagem pela “melhor idade”. A aposentadoria e consequente saída do mercado de trabalho (sensação de improdutividade), perdas, a própria finitude e abandono e desamparo dos filhos impulsionam aos idosos a procurarem com maior voracidade uma espécie de “muleta” ou “consolo” para a vida.

Outra situação bastante comum é que boa parte dos idosos com problemas de alcoolismo não começou a beber intensamente na juventude, mas depois da aposentadoria – simplesmente enfrentaram vazios enormes e começaram a preenchê-los com álcool e/ou outras drogas.

No entanto, com amor, afeto e, principalmente, atenção da família, o idoso poderá ser capaz de iniciar um tratamento para sua doença e até superá-la, dependendo do suporte terapêutico que puder contar.

Nossa sociedade precisa aprender a amar e respeitar o próximo, mesmo que este próximo seja um idoso que fez escolhas ruins (ou que teve pouco opções) para sua vida. O amor pode e consegue resgatar vidas. Devemos lembrar que um dia todos nós envelheceremos e precisaremos de um olhar amoroso, de apoio, de atenção.

Nunca é tarde para buscar ajuda, nunca é tarde para resgatar uma vida!

Sergio Castillo
Clínica Grand House
www.grandhouse.com.br
Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

Siga-nos em nossas fan pages:
O Piloto por Uma Vida Sem Drogas
Por Uma Vida Sem Drogas
Clínica Grand House
Clínica Grand House – Por Uma Vida Sem Drogas

Anúncios

As drogas e o glamour: quando é sinal de luxo usar drogas!

Infelizmente muitas drogas ainda são vistas pela sociedade como sinal de luxo e glamour. Isto se dá principalmente entre adolescentes, que não levam a sério a informação do grande mal que elas podem causar, mas é algo que também está muito presente entre os adultos, que não conseguem se conscientizar do preço alto que a dependência química traz.

O glamour de alguns tipos de drogas pode vir a ser disseminados por anos na vida de muitas pessoas: até que uma tragédia aconteça e venha a tirar todo e qualquer brilho das mesmas. Artistas renomados do passado e do presente acabaram experimentando e se tornando vítimas das mesmas como qualquer pobre mortal.

Mortes como a de Marilyn Morrow, Elvis Presley, Michael Jackson e, mais recentemente, Amy Winehouse, Whitney Houston, Philip Seymour, Prince e George Michael chocaram o mundo e, mais uma vez, expuseram a nocividade do uso abusivo de substâncias psicoativas.

Isto sem contar grandes estrelas brasileiras, como Elis Regina, Tim Maia, Cassia Eller, Chorão e muitos outros que também morreram por overdose ou pela consequência do uso de drogas. Tudo isso acaba sendo fruto do falso glamour de uma vida com sucesso, fama, dinheiro e drogas.

Além de ser  “fashion” no meio artístico, as drogas também oferecem a falsa sensação de “glamour” em algumas parcelas da sociedade. Nas festas eletrônicas, por exemplo, drogas como o Ecstasy ainda podem ser vistas como algo que gente “descolada” usa para a curtição. Vinda da Holanda e da Inglaterra, no final dos anos 90, o consumo de Ecstasy continua em alta entre os filhos da classe média e da elite.

O Ecstasy recebeu sua dose extra de glamour quando a cantora Miley Cirus declarou, em entrevista, que a tal substância “é uma droga feliz”.  Pois é: infeliz declaração desta artista!

É muito comum nas chamadas “Raves” a venda deste tipo de “fórmula da felicidade”. Uma pessoa mais desavisada pode fazer o uso por diversão e se tornar um dependente químico e deparar ainda com a possibilidade de desencadear outras doenças psiquiatras.

A cocaína, também uma droga que já foi vista no passado com “bons olhos”, era até moda no século 19 (consumida inclusive por Freud) e hoje é vendida nas chamadas “biqueiras” juntamente com o crack – felizmente perdeu muito da falsa glamourização.

A dificuldade dos pais de alertar seus próprios filhos e de quem trabalha com a prevenção é justamente quando usuários esporádicos oferecem esse tipo de droga em um contexto relacionado à diversão, gente bonita, dinheiro, fama. Tudo isso se torna uma grande armadilha e uma ilusão para um provável triste fim. A realidade da Cracolândia está muito mais próxima do significado do uso de drogas!

Acreditamos, ainda, que a melhor atitude em relação às drogas é não fazer o uso das mesmas. Mas sabemos que sempre existirão pessoas dispostas a pagar o preço pelo abuso dessas substâncias, muitas vezes, simplesmente, porque não conseguem evitar. Por isso, a política de esclarecimento e prevenção ainda é a melhor forma de combater as drogas.

Sergio Castillo
Clínica Grand House
www.grandhouse.com.br
Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

Siga-nos em nossas fan pages:
O Piloto por Uma Vida Sem Drogas
Por Uma Vida Sem Drogas
Clínica Grand House
Clínica Grand House – Por Uma Vida Sem Drogas

Filipinas nas mãos de um torturador e “assassino”, com aprovação de 76% da população

A ordem nas Filipinas é matar não só traficantes, mas os usuários de drogas! Ou seja, dependentes químicos, doentes. Já morreram 9.432 pessoas no último ano. Os policiais matam e alegam legítima defesa. E tudo fica por isso mesmo, garantindo total impunidade aos matadores, geralmente policiais ou gangues rivais.

Tudo começou com a promessa do presidente Rodrigo Duterte de dar fim às drogas. E está seguindo de uma triste maneira: através de execuções extrajudiciais.

Nada que tenha feito escondido. Em sua noite de posse, há um ano, chegou a dizer “Faço um alerta para não mexerem com isso… Vou matar todos. Se acontecer algo (aos viciados), eles procuraram”, falou Rodrigo Duterte.

Desde então o que acontece é simples e de arrepiar qualquer cidadão.

Existe até um padrão para os assassinatos, obrigando que os dependentes químicos se tratem ou sejam assassinados. Como se os dependentes químicos, na maioria dos casos dominados pela doença, tivessem condições psíquicas para decidir se irão se tratar ou não. Aí entra a política do presidente: quem não adquire a reabilitação recebe policiais, à paisana em casa. A operação para prendê-lo acaba quase sempre com o suspeito morto a tiros da polícia (97%, segundo a agência de notícias Reuters). Ao lado do cadáver, quase em todas situações, são “plantados” um revólver calibre 38 e um pacotinho de cristais de shabu, droga mais consumida no país.

Mais uma informação que choca a humanidade: o policial que mata viciados, estupradores, bêbados e ladrão recebe um prêmio de 10.000 pesos (cerca de 650 Reais). Rubén Carranza, jurista do Centro Internacional de Justiça Transicional _ que trabalhou na comissão estatal de drogas das Filipinas _ fala de mais uma injustiça, que mostra um pouco mais do caráter de Duterte: “A guerra de Duterte nunca foi contra os grandes traficantes nem contra os fornecedores dos químicos importados da China que são usados para fabricar as drogas ilegais e sim”. Contra quem é a guerra então? Claro, a guerra é contra o dependente químico, o doente, considerado a “praga humana” que deve ser simplesmente exterminada!

A ONU, ONGs, à União Europeia e à Corte Penal Internacional são contra e Duterte os ameaça. Mas uma personalidade fez questão de elogiar as barbaridades acontecidas no atual cenário das Filipinas. Quem poderia ser? Sim, Donald Trump.

Imagine se o presidente dos Estados Unidos resolve adotar uma política antidrogas como esta? Autoridades chinesas também o elogiaram.

Valores distorcidos em um mundo que parece estar de ponta cabeça! Calamidade!

Filipinas está vivendo um verdadeiro “reino do terror”!

Este é o preço da desinformação, da ignorância de uma sociedade que não quer ver a realidade!

Sergio Castillo
Clínica Grand House
www.grandhouse.com.br
Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

Siga-nos em nossas fan pages:
O Piloto por Uma Vida Sem Drogas
Por Uma Vida Sem Drogas
Clínica Grand House
Clínica Grand House – Por Uma Vida Sem Drogas 

O caso Fábio Assunção e a crueldade alheia!

Fábio Assunção, ator da Globo, é um dependente químico. É desagradável e triste o estigma que os dependentes químicos carregam: “bandido”, “baixaria”, “fraco”, “bêbado”, “drogado”.

A crueldade das pessoas em relação ao ator no episódio de Arcoverde, Pernambuco é assustadora. Em pouco tempo as imagens tomaram as redes sociais e começou o velho estigma a reinar e o ator passou a ser achincalhado. Fábio Assunção pagou fiança e não ficou preso. Teve que vir às redes sociais se desculpar publicamente por ter se excedido.

A realidade é que quando acontece um episódio como este (uma recaída, algo que pode acontecer com um dependente químico- caso ele de alguma forma passe a negligenciar os sintomas de sua doença) a frustração e a marginalização é geral, não só da família mas também de toda a sociedade e geralmente ninguém sabe como lidar com isso!

Como alguém que tem hipertensão, diabetes, ele deveria ser tratado como um doente, precisando de ajuda. Sem preconceito e marginalização.

Como se sabe, Fábio Assunção foi internado em 2008. Pai de dois filhos, já foi casado com a atriz Cláudia Abreu. Depois da internação ele deu várias entrevistas e disse que era “libertador assumir a doença”.

Neste meio tempo, muito julgado. Por um atraso no trabalho, disseram que era recaída. Em um esquecimento de texto, lapso de memória causado pelo uso da cocaína. Enfim, ficou marcado. E agora, infelizmente, Fábio Assunção correspondeu a essas expectativas.

Nós, que lutamos tanto contra o uso abusivo de álcool e outras drogas (crack, cocaína – entre outras), queremos e esperamos que Fábio, mais uma vez, tenha coragem e forças de se tratar.

Ele tem uma linda carreira e é um excelente ator. Tem história e muitos recursos internos para recomeçar quantas vezes for necessário. Embora, para uma pessoa famosa é mais difícil, pois tudo que faz é amplificado, este não é um caso sem solução. Sempre é possível a recuperação.

A dependência química é uma doença sem cura, porém o processo pode ser controlado e é possível viver em abstinência e recuperação. Basta que o dependente química receba a ajuda e se submeta ao tratamento necessário.

Como figura pública, que Fabio consiga mostrar ao mundo que um dependente químico pode ter rosto, voz e uma linda história de superação e de vida.
Sergio Castillo
Clínica Grand House
www.grandhouse.com.br
Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

Siga-nos em nossas fan pages:
O Piloto por Uma Vida Sem Drogas 
Por Uma Vida Sem Drogas 
Clínica Grand House
Clínica Grand House – Por Uma Vida Sem Drogas  

Semana internacional de combate às drogas

A semana do dia 26 de junho a é oficialmente a semana internacional de combate às drogas.

Esse “combate” é contra a uma “enfermidade” que se espalhou pelo mundo e que é a origem de tantos problemas abomináveis, como por exemplo, o tráfico de entorpecentes, que causa tantas mortes e famílias destruídas.

Só há uma coisa certa sobre as drogas: é preciso haver informação e esclarecimento para nossa sociedade, visto que é um tema que está envolto em muito preconceito e ignorância. Quando falamos em combate às drogas, além de informação também não podemos deixar de falar em prevenção.

Até mesmo com as famílias que passam por esse problema, geralmente demoram anos para buscar ajuda, muitas vezes quando o fazem já não há muita saída, o dependente químico já passou por grande comprometimento físico e mental.

Por isso a prevenção deve começar em casa mesmo. Nós pais e educadores não podemos fazer vistas grossas à experimentação na adolescência, pensando ser apenas rebeldia da idade, algo que pode ser passageiro.

Não podemos minimizar os prejuízos do uso de drogas erroneamente classificadas pela sociedade como sendo “mais leves” como o álcool, maconha, comprimidos, chás, anabolizantes. Todas são drogas, isso mesmo: todas alteram o mecanismo cerebral.

O uso tanto de álcool como de maconha não devem deixar de ser preocupantes e exigir atenção e ação imediata dos pais.  São drogas que trazem prejuízos para a memória e para a concentração e podem até mesmo causar transtornos psicóticos. A percepção dos adultos quanto aos riscos do álcool e da maconha é mínima, então deixam a experimentação rolar e quando abrimos olhos a dependência já está instalada.

Lembrando que a dependência química é uma doença crônica e progressiva, caracterizada pelo consumo compulsivo e excessivo de drogas lícitas ou ilícitas e sempre começa de uma forma que parece muito “inofensiva”.

Como especialistas em dependência química alertamos que os pais fiquem atentos a alguns sinais:  alteração de personalidade e de humor, irritabilidade constante, baixa tolerância à frustração, impulsividade, não seguir regras, atitudes irresponsáveis e agressivas, falta de motivação para as atividades do dia a dia, baixa autoestima, negligência quanto aos cuidados com a higiene pessoal, além de sintomas físicos como fadiga, dores de cabeça, enjoos, entre outros.

Outro ponto de atenção é o comportamento na escola, que pode envolver perda de interesse, queda no rendimento, atrasos, faltas, problemas disciplinares, desleixo na higiene e nas vestimentas.

Esta semana o mundo celebra o combate às drogas, e várias ações estão sendo organizadas por ONGs, governos, instituições públicas e privadas para discutir o tema e encontrar caminhos.

No Brasil este assunto ainda é um imenso desafio, existe um caloroso debate e diversas contradições entre a legalização ou não legalização das drogas que na verdade foge do foco que realmente interessa e que revela muito mais concordâncias ou desacordos.

O foco deveria ser a busca por uma abordagem equilibra­­da entre as ações de prevenção, in­­cluindo o amplo acesso aos serviços de saúde para os usuários, e as ações de contenção, focadas no controle ao crime organizado e aos grandes financiadores do tráfico!

Prevenir é sempre mais fácil do que reparar um dano já instalado – embora seja sempre possível, acreditamos firmemente nisso!

Sergio Castillo
Clínica Grand House
www.grandhouse.com.br
Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

Siga-nos em nossas fan pages: 
O Piloto por Uma Vida Sem Drogas 
Por Uma Vida Sem Drogas 
Clínica Grand House
Clínica Grand House – Por Uma Vida Sem Drogas  

 

 

A massoterapia como auxílio no tratamento da dependência química

A palavra massagem vem do grego: masséin que significa justamente apertar ou amassar. A palavra massagem hoje em dia vem do francês massage que também significa esfregar, bater ou apertar.

A “arte” da massagem é muito antiga, as provas mais antigas são datadas com mais de 5000 anos. Nas culturas antigas o massagista era médico e o próprio pai da medicina. Hipocrates (460AD – 370AD) falou que um bom médico deve saber amassar. Provavelmente, a massagem é uma das formas mais antigas para tratar músculos e esqueleto.

A massagem é tão eficaz que pode aliviar ou curar vários tipos de doenças ou dores, além de aliviar o estresse liberando hormônios de relaxamento. A massagem é a melhor forma complementar ou alternativa que tem no mundo.

A massagem em geral visa o equilíbrio psico/físico/energético, alivia o estresse, melhora a circulação sanguínea e linfática, e drena as toxinas para ter uma recuperação muscular mais rápida. É uma forma de tratamento segura, inofensiva e deliciosa de receber.

Já a massoterapia é um termo bem moderno, usado para nomear o tratamento da saúde através de diferentes técnicas de massagem. O profissional estuda tais técnicas para sua correta aplicação e assim, tratar de alguns problemas de saúde.

Dos que foram comprovados cientificamente, destacam-se os seguintes benefícios tratados através da massoterapia:  redução da dor, imunidade melhorada, redução do stress, melhoria do sono, ganho de peso em recém-nascidos prematuros, ajuda na cura de lesões.

No tratamento da dependência química a massoterapia é utilizada para auxiliar a redução de sintomas de abstinência e stress.

No entanto, todas as técnicas utilizadas não substituem o tratamento médico, agindo somente como complemento deste.

Clínica Grand House
www.grandhouse.com.br
Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

Siga-nos em nossas fan pages: 
O Piloto por Uma Vida Sem Drogas 
Por Uma Vida Sem Drogas 
Clínica Grand House
Clínica Grand House – Por Uma Vida Sem Drogas 

Auriculoterapia como terapia complementar no tratamento da dependência química

Você já ouvi falar em auriculoterapia?

Auriculoterapia é uma técnica de usar pontos na pele da aurícula (no ouvido externo) para diagnosticar e tratar dor e condições médicas do corpo.

Também conhecida como Medicina Auricular, praticantes ao redor do mundo usam esta terapia para tratar dor, vícios e distúrbios internos com excelentes resultados.

Quer usado em conjunto com outro tratamento ou por si só, a auriculoterapia é frequentemente efetiva. Melhor de tudo, ela é segura, não-invasiva, não-dolorosa e não possui nenhum efeito colateral conhecido.

Os chineses já conhecem essa técnica há milhares de anos, pois consideravam a orelha como uma área reflexa do corpo, assim como o pé e outras áreas, onde sinais do corpo inteiro podem ser observados. Se repararmos bem a orelha, ela tem o formato de um feto, ou a posição fetal que ficamos dentro do útero, onde a cabeça do feto é a parte de baixo da orelha, ou o lóbulo. Assim, todos os órgãos e estruturas estão localizados em alguma parte da orelha.

No entanto somente ao redor de 1850, alguns cientistas começaram a perceber a ligação entre a orelha e o corpo, quando testes com cauterização de determinada área da orelha (na perna inferior da anti-hélice), foram utilizados para tratar dores no nervo ciático.

Na década de 1950, o Dr. Paul Nogier de Lion, França, expandiu os gráficos chineses originais em um sistema mais abrangente. Ao passo que os textos anciãos mostram apenas alguns pontos para condições específicas, o trabalho do Dr. Nogier demonstrou que o ouvido é na realidade um micro-mapa do corpo inteiro, com todas as partes representadas. Assim, todas as partes do corpo podem ser avaliadas e tratadas através do ouvido externo.

A auriculoterapia foi trazida à atenção do Dr. Nogier pela primeira vez por cicatrizes de queimaduras nos ouvidos de seus pacientes onde um praticante leigo havia fornecido tratamento de cauterização. Ele descobriu, contudo, que agulhas de acupuntura eram ainda mais efetivas e muito menos dolorosas do que queimaduras.

Muito do trabalho original do Dr. Nogier foi verificado em diversas pesquisas e ambos os sistemas chinês e europeu são baseados em seu trabalho, que está sendo cada mais difundido nos dias atuais.

Hoje formas comuns de tratamento auricular incluem agulhas de acupuntura, pressão focada, lasers, ímãs e estímulo elétrico. Estimulação elétrica tem a vantagem de também fornecer detecção de pontos ativos para tratamento preciso.

A auriculoterapia é amplamente utilizada para controle de dor, vícios e dependências de todos os tipos, distúrbios internos, problemas emocionais e uma miríade de outros problemas.

Doutores de medicina, quiropráticos, acupunturistas, naturopatas, dentistas e pessoas leigas todos rotineiramente vêem excelentes resultados de tratamentos auriculares aplicados da maneira adequada.

Nós na Clínica Grand House utilizamos a auriculoterapia, assim como outras terapêuticas, como tratamento complementar para a dependência química pois estudos comprovam que a inserção de finíssimas agulhas em determinados pontos do corpo após um minucioso diagnóstico é ativado imediatamente no cérebro a produção de antiinflamatórios, analgésicos e antidepressivos, como a endorfina, serotonina e cortisol, diminuindo e amenizando os sintomas da abstinência.

Aviso Importante:

A auriculoterapia, apesar de extremamente segura e frequentemente benéfica, NÃO é substituta para tratamento médico qualificado e só deve ser realizada sob a supervisão de profissionais qualificados.

Clínica Grand House
www.grandhouse.com.br
Tel: 11 4483-4524 / 4419-0378

Siga-nos em nossas fan pages: 
O Piloto por Uma Vida Sem Drogas 
Por Uma Vida Sem Drogas 
Clínica Grand House
Clínica Grand House – Por Uma Vida Sem Drogas