Histórias de Superação e Sucesso: Gustavo Abatti

Gustavo Abatti, que ficou conhecido por uma série de reportagens na TV Record como o “Mendigo Poliglota”, está trabalhando, namorando e pretende se casar em breve! Gravar um CD como tenor é o próximo passo! Desafios estes bem surpreendentes para um rapaz que já morou nas ruas de São Paulo e usou uma variedade de drogas. Mas….pensando bem, são desafios possíveis uma vez que simplesmente ele está limpo!

Esta é mais uma das muitas lindas histórias de superação de pacientes que passaram pela Clínica Grand House!

Aos 33 anos, Gustavo está morando no Guarujá, litoral de São Paulo, e planejando subir ao altar com Marcia Lia, 50 anos: “Admiro muito ela, me dá todas as forças para continuar. Ela é ex-vereadora de Bertioga, muito calma e sossegada”, conta Gustavo, mostrando-se apaixonado.

O poliglota fala português, inglês, espanhol e italiano e morou por 28 anos nos Estados Unidos. A mãe é brasileira e o pai americano. Foi por lá que ele, nem lembra ao certo a idade, começou a fazer uso de metanfetamina, maconha e heroína. Formado em Ciência da Computação, chegou a ganhar 80 mil reais mensais, porém o dinheiro sempre era escasso, já que gastava compulsivamente.

Já com este quadro difícil, Gustavo resolveu tentar a vida no Brasil. Passou um tempo no Rio de Janeiro, conheceu artistas e continuou com as drogas, cada vez mais sem controle. Até que fez uso do crack, o que o levou para as ruas de São Paulo: “É aquela coisa que a gente não entende mais o que está acontecendo. Um desespero de só usar e a falta de controle de tudo”, disse Gustavo.

Ele chegou a passar por outras clínicas, mas como fugiu ou não quis continuar o tratamento, seus pais deixaram de ajudá-lo financeiramente, já que não acreditavam mais que fosse possível ele se recuperar.

Foi quando Gustavo passou a morar debaixo de um dos viadutos da cidade, na zona sul de São Paulo. Por perto, o empresário Leonardo Goldschimidt tinha uma loja e acabou conhecendo Gustavo e “estranhando” o fato de ele ser muito diferenciado, sempre muito educado e ainda falando várias línguas.

Leonardo resolveu tomar uma atitude, que mudou a vida de Gustavo. Ele entrou em contato com a TV Record e contou toda a história. O difícil, para a Record, foi achar Gustavo, já que ele sempre sumia por uns tempos. Mas um dia reapareceu para ver o então amigo Leonardo e como a Clínica Grand House, procurada pela emissora, já tinha ofertado o tratamento, foi feita a internação em 20 de novembro de 2014.

Desta vez Gustavo tinha se conscientizado que não queria mais saber de drogas em sua vida. Uma grande alegria para todos. Os pais só começaram a acreditar com o tempo.

Na Clínica Grand House ele passou pelo tratamento e conseguiu começar a ter uma vida normal, sem drogas. Não foi fácil a sua trajetória de recuperação, pelo contrário, foi uma árdua batalha.

Hoje ele se sustenta dando aulas de inglês, mas não esqueceu seu maior sonho, que é o de ser um tenor famoso: “Eu sei que tive oportunidades e desperdicei. Amo cantar. Agora o que mais quero é ter a chance de gravar um CD” – comenta Gustavo.

A grande vitória (e contínuo desafio) de Gustavo Abatti é poder se manter longe das drogas e ele tem plena consciência disso.

Parabéns Gustavo, que Deus continue lhe abençoando na sua jornada de recuperação!

Publicado por Fernanda Factori Viel
Assessoria de Comunicação & Imprensa
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Adictos com alto QI

Pesquisas comprovam um fato que deixam os pais de filhos com alto Q.I. alarmados: pessoas com altos níveis de quocientes são mais propensos a usar drogas!

Um estudo publicado no Journal Of Epidemoiology and Community Health,  do Reino Unido, mostrou, mais uma vez, que está afirmação está certa.

Eles descobriram que os homens com Q.I. mais alto na infância eram duas vezes mais propensos ao uso de drogas ilegais do que os que apresentavam níveis menos de inteligência.

No caso das meninas com Q.I. mais elevado, isso é ainda mais perigoso, pois o número sobe para três vezes mais propensão de usar drogas.

Vale lembrar que um valor alto de Q.I. é compreendido entre 107 e 158 pontos. Um Q.I. mediano alcança até 100.

Todos procuram o motivo de tal afirmação. A conclusão que chegaram no Reino Unido foi que essas pessoas “são mais abertas a experimentar novas experiências e estão sempre em busca de novas sensações”.

Outro motivo pode ser “porque essas pessoas se aborrecem facilmente e começam a utilizar a droga para conseguir lidar melhor com as diferenças”.

Sempre em busca de uma justificativa, psicólogos mundialmente conhecidos citaram ainda outro fator que levam pessoas com alto Q.I. à maior chance de vir a ser um adicto: “pessoas com Q.I muito elevado geralmente acabam sofrendo mais com o isolamento social e ficam entediados mais facilmente e isso favorece a suposta necessidade de usar drogas”.

Enfim, ainda há muito o que estudar sobre o assunto.

A certeza que fica é a de que não necessariamente a falta de inteligência leva à adicção e sim uma série de fatores associados que levam a uma propensão ao uso.

Histórias de Superação e Sucesso: Loemy Marques

No dia 21 de novembro de 2017, Loemy Marques Biazus vai completar três nos em que virou notícia internacional (e seis dias depois, 28 anos).

Foi a data em que Loemy estampou as páginas da revista Veja São Paulo por ter sido modelo e, posteriormente, ido morar na Cracolândia. Ela tem muito o que comemorar: está sem usar drogas, trabalhando em uma clínica de Dependência Química em Sinop, Mato Grosso, e pretende dar início à faculdade de Psicologia, já que ganhou uma bolsa de estudos.

Loemy não sente falta da fama repentina. A história dela foi parar, posteriormente, nas páginas da Vanity Fair e inspirou a personagem da atriz Grazi Massafera, moradora da Cracolândia na série “Vidas Secretas”, da Rede Globo. Foi um sucesso: “Pela primeira vez na vida estou vivendo com regras, seguindo uma rotina. Sempre fui muito solta, de fazer o que estava com vontade no momento. Vi que a vida precisa disso e estou bem”.

Superação é a palavra de ordem para descrever Loemy desde que o programa do apresentador Rodrigo Faro procurou o psicólogo Sérgio Castillo para dar início ao tratamento de vício em crack da ex-modelo. Sergio Castillo, diretor terapêutico da clínica Grand House, não titubeou e hoje é uma das referências para Loemy: “Ele sempre diz que uma das coisas que fez eu conseguir foi o fato de ter princípios. Minha formação cristã, dada por minha mãe, não deixou eu roubar, matar e fazer outras coisas que poderiam ter me levado à morte na Cracolândia”.

A psicóloga Joana D’Arc, também da clínica Grand House, que fazia parte da equipe em que tratava Loemy, também é referência para a ex-modelo: “Ela me ajudou muito e ainda ajuda. Sempre que tenho dúvidas em relação ao que fazer na clínica, troco ideias com ela”, disse.

Depois de ter passado pelo tratamento fechado, Loemy teve força para mudar de vida. Como recomendado pelos profissionais da área, não a vida de antes. Longe dos holofotes, passarelas e baladas, onde a facilidade da droga é uma realidade, ela se fechou em uma rotina entre trabalho e continuação do tratamento: “A droga é muito poderosa. Sempre digo que estou limpa só por hoje. Ficar longe de situações e pessoas que lembrem a vida em que eu era usuária, é fundamental. Frequentar grupos como AA (Alcóolatras Anônimos), NA (Narcóticos Anônimos) e estar sempre atenta à parte espiritual me ajuda muito”.

E foi em uma ida ao Mato Grosso para visitar a mãe, dona Elisabeth, que mora na cidade de Lucas do Rio Verde, distante 150 quilômetros de Sinop, que Loemy deu de cara com a nova vida, cheia de oportunidades. Ela foi à Sinop participar de uma reunião do AA e conheceu o dono da clínica Cartas (Centro de Apoio e Reabilitação de Toxicomacos e Alcoolistas Sinop), onde mora e trabalha: “Ele fez o convite e eu aceitei. Não pensava em trabalhar com Dependência Química, mas estou gostando muito. O que me fez decidir por continuar no Mato Grosso foi a facilidade de ficar com a minha família e também a bolsa que ganhei para cursar a faculdade de Psicologia. Em São Paulo eu não teria condições de custear de me sustentar e ainda pagar estudos”.

Mas Loemy não faz o estilo “bicho do mato”. Ela sente falta de shoppings e de andar de metrô: “A correria de São Paulo é uma coisa gostosa. Aqui é muito calmo, se bem que no trabalho não tenho tempo para nada, pois acordo às seis da manhã e vou até as dez da noite. Sem formação acadêmica em Dependência Química sou monitora e trabalho com outras pessoas que são voluntárias. Gosto muito de ajudar as meninas que estão internadas”, afirma.

Ela não sente falta do namorado, que terminou no Carnaval: “Estou muito bem sozinha”.

Loemy trabalha três semanas direto por uma ajuda de custo, moradia e alimentação, e na quarta semana do mês vai ficar com a família Em Lucas do Rio Verde frequenta a igreja Congregação do Brasil com a mãe, lê, descansa e toma banhos de rio. Acompanha as ações feitas na Cracolândia e critica: “O governo já errou muito ali, ficou bagunçado. A internação tinha que ser compulsória para as pessoas terem a chance de dizer sim ou não ao tratamento. Mas não há organização, ao contrário do crime, que é realmente organizado e domina os usuários. Achei que iria morrer ali, mas Deus me deu uma chance e eu estou aproveitando”, finaliza a bela ex-modelo que tem 1m79 de altura, com toda sua inteligência e articulação, que nada lembra a época em que consumia 5 pedras de crack por dia. Ela é pura inspiração de que é possível sair do inferno, como muitos denominam a Cracolândia.

Parabéns Loemy pelas conquistas e pela perseverança nesta jornada!

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A velhice machucada pela Dependência Química

Muitos fatores deixam os idosos sem qualidade de vida. Um deles é a Dependência Química. O fascínio das drogas em si e a própria doença não escolhe classe social, está em todas as faixas etárias e é na velhice particularmente mais nocivo.

Muitos pensam que os idosos tendem a se tornar dependentes de remédios, mas são as drogas mais comuns e lícitas que os levam à dependência química.

As drogas lícitas são, portanto, as campeãs entre a terceira idade, como o álcool e o cigarro. Muitos são daquele tempo em que começaram a fumar quando o cigarro ainda fazia parte do glamour da vida. E com a bebida não é diferente. Porém, o corpo nos cobra ao longo dos anos e o álcool pode ser um mal silencioso e demorado para tratar.

Depois de muito tempo de uso, o álcool traz suas piores consequências, bate à porta cobrando sua “conta”. O uso abusivo de álcool pode resultar em uma depressão severa ou até delírios e demências senil. Isso tudo além de causar doenças fatais, como a cirrose hepática e também atrapalhar no tratamento de outras doenças, como a hipertensão e o diabetes.

Alguns fatores da vida tendem a dificultar a passagem pela “melhor idade”. A aposentadoria e consequente saída do mercado de trabalho (sensação de improdutividade), perdas, a própria finitude e abandono e desamparo dos filhos impulsionam aos idosos a procurarem com maior voracidade uma espécie de “muleta” ou “consolo” para a vida.

Outra situação bastante comum é que boa parte dos idosos com problemas de alcoolismo não começou a beber intensamente na juventude, mas depois da aposentadoria – simplesmente enfrentaram vazios enormes e começaram a preenchê-los com álcool e/ou outras drogas.

No entanto, com amor, afeto e, principalmente, atenção da família, o idoso poderá ser capaz de iniciar um tratamento para sua doença e até superá-la, dependendo do suporte terapêutico que puder contar.

Nossa sociedade precisa aprender a amar e respeitar o próximo, mesmo que este próximo seja um idoso que fez escolhas ruins (ou que teve pouco opções) para sua vida. O amor pode e consegue resgatar vidas. Devemos lembrar que um dia todos nós envelheceremos e precisaremos de um olhar amoroso, de apoio, de atenção.

Nunca é tarde para buscar ajuda, nunca é tarde para resgatar uma vida!

Sergio Castillo
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As drogas e o glamour: quando é sinal de luxo usar drogas!

Infelizmente muitas drogas ainda são vistas pela sociedade como sinal de luxo e glamour. Isto se dá principalmente entre adolescentes, que não levam a sério a informação do grande mal que elas podem causar, mas é algo que também está muito presente entre os adultos, que não conseguem se conscientizar do preço alto que a dependência química traz.

O glamour de alguns tipos de drogas pode vir a ser disseminados por anos na vida de muitas pessoas: até que uma tragédia aconteça e venha a tirar todo e qualquer brilho das mesmas. Artistas renomados do passado e do presente acabaram experimentando e se tornando vítimas das mesmas como qualquer pobre mortal.

Mortes como a de Marilyn Morrow, Elvis Presley, Michael Jackson e, mais recentemente, Amy Winehouse, Whitney Houston, Philip Seymour, Prince e George Michael chocaram o mundo e, mais uma vez, expuseram a nocividade do uso abusivo de substâncias psicoativas.

Isto sem contar grandes estrelas brasileiras, como Elis Regina, Tim Maia, Cassia Eller, Chorão e muitos outros que também morreram por overdose ou pela consequência do uso de drogas. Tudo isso acaba sendo fruto do falso glamour de uma vida com sucesso, fama, dinheiro e drogas.

Além de ser  “fashion” no meio artístico, as drogas também oferecem a falsa sensação de “glamour” em algumas parcelas da sociedade. Nas festas eletrônicas, por exemplo, drogas como o Ecstasy ainda podem ser vistas como algo que gente “descolada” usa para a curtição. Vinda da Holanda e da Inglaterra, no final dos anos 90, o consumo de Ecstasy continua em alta entre os filhos da classe média e da elite.

O Ecstasy recebeu sua dose extra de glamour quando a cantora Miley Cirus declarou, em entrevista, que a tal substância “é uma droga feliz”.  Pois é: infeliz declaração desta artista!

É muito comum nas chamadas “Raves” a venda deste tipo de “fórmula da felicidade”. Uma pessoa mais desavisada pode fazer o uso por diversão e se tornar um dependente químico e deparar ainda com a possibilidade de desencadear outras doenças psiquiatras.

A cocaína, também uma droga que já foi vista no passado com “bons olhos”, era até moda no século 19 (consumida inclusive por Freud) e hoje é vendida nas chamadas “biqueiras” juntamente com o crack – felizmente perdeu muito da falsa glamourização.

A dificuldade dos pais de alertar seus próprios filhos e de quem trabalha com a prevenção é justamente quando usuários esporádicos oferecem esse tipo de droga em um contexto relacionado à diversão, gente bonita, dinheiro, fama. Tudo isso se torna uma grande armadilha e uma ilusão para um provável triste fim. A realidade da Cracolândia está muito mais próxima do significado do uso de drogas!

Acreditamos, ainda, que a melhor atitude em relação às drogas é não fazer o uso das mesmas. Mas sabemos que sempre existirão pessoas dispostas a pagar o preço pelo abuso dessas substâncias, muitas vezes, simplesmente, porque não conseguem evitar. Por isso, a política de esclarecimento e prevenção ainda é a melhor forma de combater as drogas.

Sergio Castillo
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Filipinas nas mãos de um torturador e “assassino”, com aprovação de 76% da população

A ordem nas Filipinas é matar não só traficantes, mas os usuários de drogas! Ou seja, dependentes químicos, doentes. Já morreram 9.432 pessoas no último ano. Os policiais matam e alegam legítima defesa. E tudo fica por isso mesmo, garantindo total impunidade aos matadores, geralmente policiais ou gangues rivais.

Tudo começou com a promessa do presidente Rodrigo Duterte de dar fim às drogas. E está seguindo de uma triste maneira: através de execuções extrajudiciais.

Nada que tenha feito escondido. Em sua noite de posse, há um ano, chegou a dizer “Faço um alerta para não mexerem com isso… Vou matar todos. Se acontecer algo (aos viciados), eles procuraram”, falou Rodrigo Duterte.

Desde então o que acontece é simples e de arrepiar qualquer cidadão.

Existe até um padrão para os assassinatos, obrigando que os dependentes químicos se tratem ou sejam assassinados. Como se os dependentes químicos, na maioria dos casos dominados pela doença, tivessem condições psíquicas para decidir se irão se tratar ou não. Aí entra a política do presidente: quem não adquire a reabilitação recebe policiais, à paisana em casa. A operação para prendê-lo acaba quase sempre com o suspeito morto a tiros da polícia (97%, segundo a agência de notícias Reuters). Ao lado do cadáver, quase em todas situações, são “plantados” um revólver calibre 38 e um pacotinho de cristais de shabu, droga mais consumida no país.

Mais uma informação que choca a humanidade: o policial que mata viciados, estupradores, bêbados e ladrão recebe um prêmio de 10.000 pesos (cerca de 650 Reais). Rubén Carranza, jurista do Centro Internacional de Justiça Transicional _ que trabalhou na comissão estatal de drogas das Filipinas _ fala de mais uma injustiça, que mostra um pouco mais do caráter de Duterte: “A guerra de Duterte nunca foi contra os grandes traficantes nem contra os fornecedores dos químicos importados da China que são usados para fabricar as drogas ilegais e sim”. Contra quem é a guerra então? Claro, a guerra é contra o dependente químico, o doente, considerado a “praga humana” que deve ser simplesmente exterminada!

A ONU, ONGs, à União Europeia e à Corte Penal Internacional são contra e Duterte os ameaça. Mas uma personalidade fez questão de elogiar as barbaridades acontecidas no atual cenário das Filipinas. Quem poderia ser? Sim, Donald Trump.

Imagine se o presidente dos Estados Unidos resolve adotar uma política antidrogas como esta? Autoridades chinesas também o elogiaram.

Valores distorcidos em um mundo que parece estar de ponta cabeça! Calamidade!

Filipinas está vivendo um verdadeiro “reino do terror”!

Este é o preço da desinformação, da ignorância de uma sociedade que não quer ver a realidade!

Sergio Castillo
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O caso Fábio Assunção e a crueldade alheia!

Fábio Assunção, ator da Globo, é um dependente químico. É desagradável e triste o estigma que os dependentes químicos carregam: “bandido”, “baixaria”, “fraco”, “bêbado”, “drogado”.

A crueldade das pessoas em relação ao ator no episódio de Arcoverde, Pernambuco é assustadora. Em pouco tempo as imagens tomaram as redes sociais e começou o velho estigma a reinar e o ator passou a ser achincalhado. Fábio Assunção pagou fiança e não ficou preso. Teve que vir às redes sociais se desculpar publicamente por ter se excedido.

A realidade é que quando acontece um episódio como este (uma recaída, algo que pode acontecer com um dependente químico- caso ele de alguma forma passe a negligenciar os sintomas de sua doença) a frustração e a marginalização é geral, não só da família mas também de toda a sociedade e geralmente ninguém sabe como lidar com isso!

Como alguém que tem hipertensão, diabetes, ele deveria ser tratado como um doente, precisando de ajuda. Sem preconceito e marginalização.

Como se sabe, Fábio Assunção foi internado em 2008. Pai de dois filhos, já foi casado com a atriz Cláudia Abreu. Depois da internação ele deu várias entrevistas e disse que era “libertador assumir a doença”.

Neste meio tempo, muito julgado. Por um atraso no trabalho, disseram que era recaída. Em um esquecimento de texto, lapso de memória causado pelo uso da cocaína. Enfim, ficou marcado. E agora, infelizmente, Fábio Assunção correspondeu a essas expectativas.

Nós, que lutamos tanto contra o uso abusivo de álcool e outras drogas (crack, cocaína – entre outras), queremos e esperamos que Fábio, mais uma vez, tenha coragem e forças de se tratar.

Ele tem uma linda carreira e é um excelente ator. Tem história e muitos recursos internos para recomeçar quantas vezes for necessário. Embora, para uma pessoa famosa é mais difícil, pois tudo que faz é amplificado, este não é um caso sem solução. Sempre é possível a recuperação.

A dependência química é uma doença sem cura, porém o processo pode ser controlado e é possível viver em abstinência e recuperação. Basta que o dependente química receba a ajuda e se submeta ao tratamento necessário.

Como figura pública, que Fabio consiga mostrar ao mundo que um dependente químico pode ter rosto, voz e uma linda história de superação e de vida.
Sergio Castillo
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